Martelo de juiz e representações de criptomoedas (Kanchanara/Unsplash)
Editor do Future of Money
Publicado em 25 de junho de 2026 às 10h00.
Última atualização em 25 de junho de 2026 às 10h27.
A empresa de análise de blockchain Chainalysis e a Associação Brasileira de Criptoeconomia (ABcripto) firmaram uma parceria para trabalhar na capacitação de reguladores e autoridades responsáveis por supervisionar o mercado cripto.
Em nota, a Chainalysis afirmou que contribuirá com conhecimento técnico e apoio às iniciativas da associação, que incluem eventos e programas de capacitação para agentes públicos envolvidos na regulação do setor.
“A parceria entre a Chainalysis e a ABcripto em 2026 reflete um alinhamento importante para fortalecer a educação, a capacitação técnica e o diálogo institucional em torno do ecossistema de ativos digitais no Brasil”, afirmou na nota Jonathan Levin, CEO e cofundador da Chainalysis.
A regulamentação de criptoativos publicada pelo Banco Central no ano passado entrou em vigor neste ano e as empresas que trabalham com ativos digitais têm até 30 de outubro para enviarem os documentos necessários no processo de autorização do BC. Todas as companhias que quiserem operar com criptoativos precisam de licença agora.
Mesmo com as regras publicadas, há uma série de debates no setor sobre pontos que podem ser atualizados ou aprimorados. Recentemente, o BC adiou o início do período em que o reporte de operações com stablecoins se torna obrigatório.
Além disso, projetos de lei cripto tramitam atualmente no Congresso e também estão no centro de discussões regulatórias. O PL das stablecoins, por exemplo, é alvo de uma queda de braço entre empresas do setor e o Banco Central desde que a autoridade monetária enviou uma nota técnica afirmando que este tipo de criptomoeda deveria ser considerada moeda eletrônica e não ativo virtual.
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