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Brasil retira R$ 2,7 milhões e segue pessimismo global com fundos de criptomoedas

Entadas líquidas dos primeiros dias do ano dão lugar a vendas massivas, enquanto Brasil registra saques moderados em ETPs cripto

 (Madrolly/Getty Images)

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Cointelegraph
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Agência de notícias

Publicado em 13 de janeiro de 2026 às 09h30.

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O Brasil sacou US$ 0,5 milhão, R$ 2,7 milhões, de fundos de criptomoedas no acumulado semanal de sexta-feira, 9, segundo a CoinShares.

De acordo com o relatório divulgado pela gestora de criptomoedas, uma sequência de quatro dias totalizando US$ 1,3 bilhão em saídas quase que anulou os US$ 1,5 bilhão de entradas líquidas registradas nos dois primeiros dias de 2026 em produtos negociados em bolsa (ETPs, na sigla em inglês) baseados em criptomoedas.

Essa mudança de sentimento parece decorrer principalmente da preocupação dos investidores com as perspectivas cada vez menores de um corte na taxa de juros pelo Federal Reserve {Fed] em março, após a divulgação de dados macroeconômicos recentes, escreveu a CoinShares.

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Regionalmente, o fluxo de retiradas foi capitaneado por líquidos US$ 568,9 milhões dos Estados Unidos. Em direção contrária, os maiores fluxos de entradas líquidas foram da Alemanha, Canadá, Suíça, Austrália, Holanda e França, respectivamente de US$ 58,9 milhões, US$ 24,5 milhões, US$ 21 milhões, US$ 4,7 milhões, US$ 3,2 milhões e US$ 1,4 milhão.

Apesar do fluxo de saída, o Brasil avançou a US$ 1,44 bilhão no total de ativos sob gestão (AuM), montante que manteve o país na sexta colocação global. Nesse caso, EUA, Alemanha, Canadá, Suíça, Suécia, Ilhas Cayman, Hong Kong, Austrália, Holanda e Luxemburgo registraram respectivos AuM de US$ 152,45 bilhões, US$ 7,62 bilhões, US$ 6,76 bilhões, US$ 6,27 bilhões, US$ 3,16 bilhões, US$ 904 milhões, US$ 811 milhões, US$ 585 milhões, US$ 186 milhões e US$ 148 milhões. Já o AuM global fechou a semana em US$ 181,94 bilhões, enquanto outros países chegaram a US$ 1,41 bilhão.

A aferição direcionada aos criptoativos mostrou que os maiores volumes de retiras líquidas foram de ETPs de Bitcoin, de Ethereum, de cestas multiativos e de short Bitcoin, US$ 404,7 milhões, US$ 116,1 milhões, US$ 20,8 milhões e US$ 9,2 milhões, respectivamente.

Em direção oposta, os maiores fluxos de entradas líquidas foram de fundos de XRP, Solana, Sui e Chainlink, respectivamente de US$ 45,8 milhões, US$ 32,8 milhões, US$ 7,6 milhões e US$ 3 milhões, enquanto outros ETPs cripto totalizam US$ 7,2 milhões em aporte líquidos semanais.

Por fundos, os principais volumes de saídas líquidas foram da Fidelity, da Grayscale, da ARK 21Shares e da Volatility, US$ 454 milhões, US$ 360 milhões, US$ 84 milhões e US$ 74 milhões, respectivamente. Pelo contrário, as maiores entradas líquidas semanais foram dos iShares (de BTC e de ETH) da BlackRock, do ProFunds a da Bitwise, respectivamente de US$ 181 milhões, US$ 180 milhões e US$ 47 milhões. Enquanto isso, outros fundos atraíram líquidos US$ 109 milhões no período.

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