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Bitcoin cai para US$ 89 mil, refletindo aversão ao risco global

Atenções do mercado se voltam para o discurso do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em Davos

 (Reprodução/Reprodução)

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Mariana Maria Silva
Mariana Maria Silva

Editora do Future of Money

Publicado em 21 de janeiro de 2026 às 11h29.

Última atualização em 21 de janeiro de 2026 às 11h49.

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Nesta quarta-feira, 21, o bitcoin é negociado na faixa dos US$ 89 mil após ter se aproximado de US$ 100 mil na semana passada. A maior criptomoeda do mundo enfrenta uma queda significativa, com o aumento de tensões comerciais e da aversão ao risco entre investidores.

No momento, o bitcoin é cotado a US$ 89.333, com alta de 0,7% nas últimas 24 horas, segundo dados do CoinMarketCap. Nos últimos sete dias, no entanto, a criptomoeda acumula queda de mais de 6,5%.

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Por que o bitcoin caiu?

"O bitcoin segue pressionado abaixo da região de US$ 90 mil nesta quarta-feira, 21, após acumular uma queda superior a 8% nos últimos seis dias. O movimento reflete um ambiente global mais avesso ao risco, impulsionado pelo aumento das tensões geopolíticas e pela instabilidade recente no mercado de títulos do Japão, fatores que têm reduzido a disposição dos investidores por ativos mais voláteis", disse Guilherme Prado, country manager da Bitget no Brasil.

"Esse cenário de cautela também se reflete nos fluxos institucionais. Os ETFs de bitcoin à vista registraram uma saída líquida de US$ 483 milhões na terça-feira, após um fluxo de saída de US$ 395 milhões na sexta-feira, 16 — o maior nível de resgates desde 7 de janeiro. A continuidade desse movimento pode indicar enfraquecimento da demanda e abrir espaço para uma correção adicional no curto prazo", acrescentou.

Discurso de Trump em Davos

"Agora, as atenções do mercado se voltam para o discurso do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em Davos. Uma retórica mais agressiva sobre tarifas comerciais e a questão da Groenlândia tende a reforçar o sentimento de aversão ao risco, aumentando a probabilidade de novas quedas no bitcoin. Por outro lado, sinais mais moderados podem aliviar as tensões geopolíticas, favorecer a retomada do apetite por risco e dar suporte a uma recuperação do bitcoin", concluiu.

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