Casemiro: o Brasil aguarda o duelo entre Noruega e Costa do Marfim para conhecer seu próximo adversário (Paul Ellis / AFP)
Repórter
Publicado em 29 de junho de 2026 às 20h25.
Ao longo das décadas, a Seleção Brasileira construiu um histórico favorável em oitavas de final de Copas do Mundo, fase que marca o início dos confrontos eliminatórios no formato atual do torneio.
O Brasil, que ganhou de virada do Japão, vai jogar no domingo, a partir das 17h, para encarar o vencedor do jogo entre Noruega e Costa do Marfim.
Desde 1986, quando as oitavas foram incorporadas de forma definitiva à competição, o Brasil disputou essa fase em todas as edições — um total de 11 participações até a Copa de 2022 — e apresentou alto índice de aproveitamento. Nesse período, a equipe conquistou nove classificações e sofreu apenas duas eliminações.
As derrotas ocorreram em momentos específicos da história. Em 1990, a seleção foi eliminada pela Argentina ao perder por 1 a 0. Já em 1934, quando o formato do torneio era diferente, caiu diante da Espanha por 3 a 1 em confronto direto.
Nos demais casos, o desempenho foi dominante. O Brasil avançou com vitórias marcantes, como os 4 a 0 sobre a Polônia em 1986, os 4 a 1 sobre o Chile em 1998 e o 3 a 0 contra Gana em 2006. Também houve classificações mais equilibradas, como em 2014, quando a equipe empatou em 1 a 1 com o Chile e garantiu a vaga nos pênaltis.
O retrospecto recente reforça essa consistência. Nas últimas edições antes de 2026, a seleção superou México (2 a 0) em 2018 e Coreia do Sul (4 a 1) em 2022, mantendo a tradição de avançar às quartas de final.
Outro dado relevante é que a seleção brasileira nunca foi eliminada na fase de grupos nas edições em que o formato de oitavas de final esteve em vigor, o que garante presença constante no mata-mata desde 1986.
O histórico também mostra que a última eliminação nessa etapa ocorreu há mais de três décadas, em 1990. Desde então, o Brasil conseguiu avançar em todas as ocasiões em que disputou as oitavas.