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Painel apresentado pelo Banco da Amazônia em Davos: instituição tem atuado em programas para fortalecer o empreendedorismo feminino, especialmente em territórios amazônicos (Banco da Amazônia/Divulgação)
Redação Exame
Publicado em 26 de janeiro de 2026 às 13h06.
O Banco da Amazônia encerrou, na semana passada, sua participação na 56ª edição do Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, entre os dias 19 e 23 de janeiro, com uma agenda voltada à liderança feminina, ao financiamento sustentável e à inserção da Amazônia nos debates econômicos globais.
Pela primeira vez na história do evento, uma delegação latino-americana formada exclusivamente por mulheres líderes participou de uma programação paralela estruturada em Davos.
A iniciativa foi liderada pela Plataforma Mulheres Inspiradoras, ecossistema de alta liderança feminina, em parceria com o Banco da Amazônia, que atuou como apoiador estratégico da missão.
“Ao participar dessa agenda internacional, conectamos a Amazônia e as mulheres líderes aos debates sobre desenvolvimento sustentável e impacto real”
Ruth Helena Lima, do Banco da Amazônia
A delegação reuniu executivas, empresárias e lideranças brasileiras para discutir temas como liderança, capital, sustentabilidade, governança e nova economia, conectando a realidade latino-americana às agendas centrais do Fórum.A proposta foi ampliar a presença feminina da região em espaços onde decisões globais são influenciadas.
No dia 19 de janeiro, o grupo promoveu um encontro exclusivo em Davos, com painel que reuniu representantes do setor financeiro, corporativo e institucional, incluindo o Banco da Amazônia, o iFood e a BRICS CCI Índia, câmara de comércio ligada ao bloco econômico.
“Ao participar dessa agenda internacional, conectamos a Amazônia e as mulheres líderes aos debates sobre desenvolvimento sustentável e impacto real”
Ruth Helena Lima, do Banco da Amazônia
A agenda incluiu ainda reuniões com executivos do Fórum Econômico Mundial, lideranças do governo da Índia e representantes da Bloomberg, empresa global de informações financeiras.
“Estar em Davos não é sobre visibilidade, é sobre presença estratégica”, afirmou Geovana Quadros, fundadora da Plataforma Mulheres Inspiradoras. Segundo ela, a iniciativa buscou levar ao centro do debate global a visão de lideranças que atuam em mercados emergentes e lidam diretamente com desafios sociais, ambientais e econômicos.
Para o Banco da Amazônia, a participação no Fórum reforçou o posicionamento da instituição como agente de fomento ao desenvolvimento sustentável da região. O banco defendeu a ampliação do financiamento verde, da inclusão produtiva e da bioeconomia como caminhos para integrar a Amazônia à nova economia global.
“Ao participar dessa agenda internacional, conectamos a Amazônia e as mulheres líderes aos debates sobre desenvolvimento sustentável e impacto real”, disse Ruth Helena Lima, gerente de Central de Marketing e Comunicação do Banco da Amazônia.
A instituição tem ampliado sua atuação em programas voltados a finanças sustentáveis e ao fortalecimento de mulheres empreendedoras, especialmente nos territórios amazônicos.
Além do apoio à delegação feminina, o Banco da Amazônia cumpriu uma série de reuniões bilaterais com representantes de governos, empresas globais e organismos multilaterais. A agenda incluiu um painel próprio da instituição e encontros voltados à cooperação internacional e à inovação em financiamento ao desenvolvimento.
Ao fim do Fórum, a avaliação interna foi de que a participação ajudou a posicionar o banco como interlocutor da Amazônia em fóruns de alto nível. A presença em Davos, segundo a instituição, buscou traduzir debates globais em oportunidades concretas para o Brasil, reforçando a conexão entre desenvolvimento econômico, responsabilidade ambiental e inclusão social.