Giovana Mossi, CEO da Somma Media. (Somma Media/Divulgação)
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Publicado em 26 de janeiro de 2026 às 13h00.
Na indústria da música, atenção é ativo escasso e velocidade define o sucesso de um lançamento. A Somma Media foi fundada a fim de tornar eficiente as estratégias de marketing dentro deste cenário.
Em seu primeiro ano, a estratégia da empresa resultou marketing de influência em uma engrenagem industrial de escala. No período, o faturamento atingiu de sete dígitos, a empresa trabalha com mais de 140 músicas e acumulou 1,3 bilhão de visualizações em campanhas digitais.
A Somma Media, hoje, tem cerca de 70% do faturamento da empresa conseguido a partir de contratos com as principais gravadoras e players globais da indústria musical, como Warner Music, Universal Music, Columbia Records, Sua Música e K2L.
Mais do que volume, o diferencial da operação está na eficiência. A agência estruturou uma comunidade proprietária com mais de mil creators ativos, capazes de mobilizar campanhas em tempo real — uma capacidade que responde diretamente à dinâmica das plataformas e ao ciclo acelerado de consumo musical.
Na prática, a estratégia transforma tendências em distribuição massiva em questão de minutos.
A Somma Media desenvolveu uma operação capaz de entregar até 200 vídeos em apenas 10 minutos, um modelo que combina curadoria humana, inteligência de dados e logística digital — algo ainda pouco replicável no mercado.
Essa estrutura esteve por trás de campanhas que atravessaram fronteiras, como o trabalho estratégico para a faixa “I Just Might”, de Bruno Mars, que alcançou o Top 3 Global do Spotify, e o case de Kaelzinho Ferraz, cujo hit “Que Dá Vontade Dá” ultrapassou 128 milhões de visualizações.
No Brasil, o portfólio inclui nomes como Pedro Sampaio, Alok, Claudia Leitte, Gusttavo Lima, Zé Felipe, Sorriso Maroto, João Gomes e MC Hariel, além de artistas internacionais como Kehlani e Addison Rae.
Para o segundo ano de operação, a empresa projeta dobrar o faturamento, sustentada por um movimento claro de transformação tecnológica.
A agência já trabalha no lançamento de uma plataforma proprietária, que irá automatizar a gestão de dados, performance e relacionamento com creators, ampliando a previsibilidade e a escalabilidade das campanhas.
“A indústria musical vive uma mudança estrutural. Hits não nascem apenas de talento, mas de sistemas capazes de identificar sinais, ativar comunidades e escalar rápido”, diz Giovana Mossi, CEO da Somma Media.
A empresa prepara sua expansão para a América Latina, com o objetivo de levar sua metodologia para outros mercados e se posicionar como um hub regional de inteligência musical.
A estratégia reforça uma tendência clara: o marketing musical deixa de ser apenas suporte promocional e passa a ocupar um papel central na construção de valor da indústria fonográfica.
“Nosso primeiro ano mostrou que existe espaço para uma operação que une criatividade, dados e tecnologia em nível industrial”, conclui Mossi.