Economia

Leilão de energia eólica tem 377 projetos

Total ofertado é de 8.999 megawatts (MW), equivalente a duas vezes a média de produção da futura Usina Hidrelétrica de Belo Monte


	Energia eólica: preço inicial do leilão será de R$ 117 por megawatt-hora 
 (Delatfrut/Wikimedia Commons)

Energia eólica: preço inicial do leilão será de R$ 117 por megawatt-hora  (Delatfrut/Wikimedia Commons)

DR

Da Redação

Publicado em 14 de agosto de 2013 às 17h49.

Rio de Janeiro – A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) habilitou 377 empreendimentos de parques eólicos para o próximo leilão de energia de reserva, marcado para 23 de agosto.

O total ofertado é 8.999 megawatts (MW), o equivalente a duas vezes a média de produção da futura Usina Hidrelétrica de Belo Monte, que está sendo construída no Rio Xingu, no estado do Pará, e que deverá produzir 4.500 MW médios ao longo do ano.

Os futuros empreendimentos serão instalados em oito estados, sendo sete no Nordeste e um no Sul. O maior número de projetos habilitados é na Bahia, com 123 projetos e 2.920 MW.

Em seguida, vem o Rio Grande do Sul, com 94 projetos e 2.006 MW, à frente do Ceará, com 63 projetos e 1.487 MW. Na quarta posição, aparece o Rio Grande do Norte, com 41 projetos e 980 MW. Depois, aparecem Piauí, com 31 projetos e 913 MW; Pernambuco, 14 projetos e 371 MW; Paraíba, nove projetos e 264 MW, e Maranhão, dois projetos e 58 MW.

O preço inicial será de R$ 117 por megawatt-hora e firmarão contrato no leilão os fornecedores que oferecerem o menor preço de venda da energia para Contratos de Energia de Reserva, com início de suprimento em 1º de setembro de 2015. A informação foi divulgada hoje (14) e pode ser acessada na íntegra na página da empresa.

Acompanhe tudo sobre:Energia elétricaServiçosInfraestruturaEnergiaRede EnergiaEnergia eólicaMinistério de Minas e EnergiaTransmissão de energia

Mais de Economia

Oriente Médio perderá US$ 4,3 bilhões em 2026 no setor aéreo, prevê Iata

Aéreas vão gastar US$ 100 bi a mais com combustível e lucro cai pela metade, diz Iata

Corte de voos segue em análise, especialmente em rotas no interior, diz CEO da Azul

Passagens aéreas devem seguir mais caras pelo resto do ano, diz CEO da Latam