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Índice de preços da Ceagesp fecha 2021 com alta acumulada de 3,56%

Considerado apenas o mês de dezembro, o índice Ceagesp registrou leve alta de 0,43%
No ano, os setores de Legumes e Verduras registraram as maiores variações (Flickr/Alan Santos/PR)
No ano, os setores de Legumes e Verduras registraram as maiores variações (Flickr/Alan Santos/PR)
Por Estadão ConteúdoPublicado em 05/01/2022 19:56 | Última atualização em 05/01/2022 19:56Tempo de Leitura: 3 min de leitura

Os preços dos mais de 150 produtos acompanhados pelo Índice Ceagesp encerraram o ano de 2021 com alta média acumulada de 3,56%. "O ramo hortifrutigranjeiro passou por momentos muito difíceis: além dos problemas econômicos causados pela pandemia, fatores climáticos tiveram influência, tais como geadas seguidas de estiagem e, por fim, frentes frias impertinentes. Porém, o setor realizou um grande esforço para a normalização da produção e da distribuição de alimentos frescos", disse a Ceagesp em nota.

Considerado apenas o mês de dezembro, o índice Ceagesp registrou leve alta de 0,43%. O setor que apresentou o maior índice no mês foi o de legumes, com 3,22%. O setor de diversos registrou o menor índice, com -6,55%.

No ano, os setores de Legumes e Verduras registraram as maiores variações. "As fortes ondas de frio que ocorreram no meio do ano com geadas mais rigorosas em alguns municípios e posterior estiagem prolongada, prejudicaram as culturas mais sensíveis das regiões produtoras do Sul, Sudeste e Centro-Oeste, diminuindo a quantidade ofertada, prejudicando a qualidade e fazendo com que os preços se elevassem. "

As principais altas em frutas foram figo (1,81%), maracujá azedo (0,61%), acerola fresca (1,17%), uva Niágara (0,93%) e melancia redonda/comprida (0,89%). Em legumes, vagem macarrão (100,21%), pepino caipira (74,95%), pepino japonês (60,25%), pepino comum (52,78%) e ervilha torta (31,28%). Em verduras, salsão branco/verde (50,24%), couve-flor (25,06%), brócolis (21,84%), brócolis ninja (18,08%) e salsa (17,35%). Em diversos, cebola nacional (14,39%), ovos vermelhos (5,68%), coco seco (5,02%) e ovos brancos (1,05%). Em pescados, cavalinha (22,09%), corvina (10,24%), sardinha congelada (10,09%), espada (5,53%) e pintado (2,94%).

As principais quedas em frutas foram banana prata SP (-2,35%), abacaxi pérola (-0,96%), manga Tommy (-0,76%), banana nanica (-0 61%) e abacate margarida (-0,52%). Em legumes, berinjela (-28 13%), abóbora seca (-25,77%), batata-doce rosada (-22,72%), pimentão amarelo (-22,34%) e quiabo liso (-20,43%). Em verduras, alface crespa (-33,61%), acelga (-22,21%), alface americana (-20 84%), nabo (-20,18%) e chicória (-16,00%). Em diversos, batata asterix (-25,92%), batata lavada (-24,30%), alho estrangeiro argentino (-11,69%), milho de pipoca estrangeiro (-8,12%) e canjica (-4,60%). Em pescados. pescada (-19,02%), betarra (-15 89%), pescada-goete (-15,19%) namorado (-13,72%) e camarão-ferro (-9,275%).

Conforme a Ceagesp, neste primeiro trimestre de 2022 as condições climáticas podem ser prejudiciais para a produção agrícola, principalmente para as culturas mais sensíveis, como verduras e legumes. "Esses produtos devem apresentar problemas de qualidade e menor volume ofertado no início do ano. No setor de frutas, as chuvas nas regiões produtoras de Espírito Santo, norte de Minas, sul da Bahia e sudoeste de Pernambuco podem afetar a produção e qualidade desses produtos, com destaque para o mamão, mangas e uvas."