Economia

China planeja impulsionar infraestrutura urbana

Projetos de transporte e de energia vão integrar os esforços para acelerar a urbanização e apoiar o crescimento econômico no país


	Trem na China: a China deverá adicionar 50% ou mil quilômetros de redes ferroviárias urbanas até 2015
 (Jerome Favre/Bloomberg)

Trem na China: a China deverá adicionar 50% ou mil quilômetros de redes ferroviárias urbanas até 2015 (Jerome Favre/Bloomberg)

DR

Da Redação

Publicado em 16 de setembro de 2013 às 06h25.

Pequim - A China disse nesta segunda-feira que delineou planos para impulsionar a construção de infraestrutura por meio de projetos de transporte e de energia, como parte dos esforços para acelerar a urbanização e apoiar o crescimento econômico.

Os projetos devem contribuir para o crescimento econômico estável e ajudam a avançar com a urbanização, disse o Conselho Estatal, o gabinete do país, em um comunicado no principal site do governo.

A China deverá adicionar 50% ou mil quilômetros de redes ferroviárias urbanas até 2015, disse o comunicado. O país tem atualmente um total de 2,1 mil quilômetros de trânsito ferroviário em 18 cidades, disse o governo anteriormente.

As autoridades também expandirão e modernizarão um duto de gás natural de 80 mil quilômetros e finalizarão a construção de 73 mil quilômetros de novos dutos de esgoto durante o mesmo período, disse o comunicado. O órgão não especificou o quanto as autoridades planejam investir, nem citou as cidades que serão afetadas.

"Reforçar a infraestrutura urbana pode ajudar a impulsionar a reestruturação econômica e a mudar o modo de crescimento econômico, contribuindo para o investimento e o consumo, ao mesmo tempo em que expande emprego", disse o comunicado. Fonte: Dow Jones Newswires.

Acompanhe tudo sobre:Setor de transporteInfraestruturaÁsiaChinaTransportesFerrovias

Mais de Economia

Empresários de Brasil e EUA propõem acordo em duas etapas para evitar tarifaço

IPCA de junho desacelera para 0,16%; inflação acumulada em 12 meses chega a 4,64%

Guerra no Irã deve provocar primeira queda da demanda por petróleo desde 2020, diz IEA

Mercado passa a apostar em corte de 0,25 ponto na Selic em agosto, diz B3