Eclipse: entenda o que é um eclipse solar anular (Getty Images/Getty Images)
Estagiária de jornalismo
Publicado em 6 de fevereiro de 2026 às 10h43.
Um eclipse solar anual está prestes a ocorrer e chama atenção pelo efeito visual conhecido como "anel de fogo". O fenômeno acontece quando a Lua se posiciona entre a Terra e o Sol, mas não cobre totalmente o disco solar.
O evento está previsto para acontecer durante o Carnaval, dia 17 de fevereiro.
Nesse alinhamento, a Lua aparece com diâmetro aparente menor do que o do Sol. Como resultado, uma borda luminosa permanece visível ao redor da Lua, formando o chamado "anel de fogo", característico desse tipo de eclipse.
A ocorrência desse eclipse não provoca escuridão total, como no eclipse solar total. A maior parte da luz solar continua visível, o que exige cuidados redobrados na observação.
No Brasil, o eclipse não poderá ser observado de forma direta a olho nu. A visualização do "anel de fogo" ficará restrita a regiões específicas do planeta.
Para o público brasileiro, o acompanhamento do fenômeno será possível por meio de transmissões ao vivo realizadas por observatórios e plataformas especializadas em astronomia.
Em áreas do extremo sul da América do Sul e da África, o eclipse será visto de forma parcial. A observação completa ocorrerá apenas em regiões mais remotas.
Durante um eclipse solar anular, a Lua projeta sobre a Terra uma sombra central chamada antumbra, diferente da umbra observada nos eclipses totais. Nessas áreas, o Sol nunca é completamente encoberto.
Especialistas alertam que qualquer tentativa de observação direta do Sol exige o uso exclusivo de óculos certificados e filtros solares adequados. A exposição sem proteção pode causar danos permanentes à visão.
O eclipse integra uma sequência de eventos astronômicos previstos para o período e reforça o interesse global por fenômenos de alinhamento entre Sol, Terra e Lua.