Sempre alerta: como funciona a prótese peniana usada pelo Exército

As Forças Armadas teriam gasto R$ 3,5 milhões para comprar 60 próteses; modelos são divididos em infláveis e rígidos
Próteses para o pênis: última alternativa para a impotência masculina (Foto/Reprodução)
Próteses para o pênis: última alternativa para a impotência masculina (Foto/Reprodução)
Por André LopesPublicado em 13/04/2022 15:18 | Última atualização em 13/04/2022 16:32Tempo de Leitura: 2 min de leitura

A disfunção erétil que acomete os militares do Exército brasileiro, e para qual se destinou o montante de 3,5 milhões de reais em próteses penianas, é um problema de saúde masculina bastante comum. Contudo, esse aspecto de situação rotineira não vale para a intervenção médica que realiza o implante e soluciona a questão. 

Como a maioria das cirurgias, a prótese de silicone para o pênis é uma opção de último caso, pensada para quando medicamentos como o Viagra também utilizado em larga escala pelo Exército não surtem mais os resultados esperados. 

Entre os modelos disponíveis, que podem custar de 40 mil reais até 80 mil reais com a cirurgia e levam cerca de 1 hora para serem instalados, em todos o paciente consegue retomar a vida sexual em até 50 dias.

Entenda como funciona o implante:

Tipos de próteses

Existem três tipos de próteses penianas: a inflável, a maleável ou semirrígida (mais comum no Brasil) e a articulável (pouco utilizada).

  • Inflável: A mais tecnológica das próteses, conta com um reservatório, preenchido com soro fisiológico. Para aciona-la, é preciso pressionar uma bombinha, localizada no saco escrotal; depois disso, os cilindros, que são duas hastes implantadas na parte cavernosa do pênis, ficam preenchidos e causam a ereção.
  • Maleável ou semirrígida: Não conta com o sistema de inflar e desinflar, ou seja, o pênis permanece sempre rígido. É mais barata das disponíveis e requer uma atenção maior no dia a dia. A recomendação médica é que seja usada uma cueca especial para acomodar o órgão.
  • Articulável: Possui uma estrutura que permite ao paciente dobrá-la, mas está caindo em desuso porque a própria estrutura do dispositivo prejudica a rigidez.