Netflix e criadores de Stranger Things são processados por plágio

O processo, aberto na Califórnia, afirma que Stranger Things é um plágio de um roteiro chamado Totem, escrito por Jeffrey Kennedy; empresa nega

A Netflix e os criadores da série Stranger Things, os irmãos Matt e Ross Duffer, estão sendo processados por plágio nos Estados Unidos. Segundo a empresa Irish Rover Entertainment, a ideia toda da produção, que é um sucesso na plataforma de streaming, foi roubada deles.

O processo, aberto na Califórnia, afirma que Stranger Things é um plágio de um roteiro chamado Totem, escrito por Jeffrey Kennedy, e que houve “violação de direitos autorais” e “danos” causados pelos irmãos Duffer e pela própria Netflix à Irish Rover. Segundo a empresa, os itens copiados foram “a história, a sequência, os personagens, o tema, diálogos” e também as artes conceituais do roteiro de Kennedy.

No processo, que o site americano The Wrap teve acesso, Kennedy afirma que teve a ideia para a série Totem após a morte de um amigo que tinha epilepsia. “Durante a infância deles na Indiana rural, Clint Osthimer e Kennedy lidaram com a ameaça constante do ‘demônio pessoal’ de Osthimer, a epilepsia, que criou ‘chuvas de luz’ em seu cérebro. Essas chuvas de luz ou convulsões fazia com que ele fosse para um plano supernatural onde um demônio morava”, diz o processo.

Segundo Kennedy, sua série gira em torno de uma garota chamada Kimimela, ou Kimi, que tem poderes supernaturais — assim como a Eleven de Stranger Things. Com seus poderes, Kimi ajuda seus amigos a abrir um portal para “um mundo alternativo” e luta contra os habitantes desse mundo: um espírito do mal chamado Azrael e seu exército.

Ao The Wrap, um porta-voz da Netflix afirmou que “Kennedy está alimentando essas teorias da conspiração por anos, mesmo que a Netflix tenha explicado para ele que os irmãos Duffer nunca ouviram falar dele e de seu roteiro que não foi publicado até ele começar a ameaçar processá-los. Depois que nós nos recusamos a pagá-lo, ele iniciou esse processo sem fundamento”.

Uma briga judicial que deve render por um tempo — e que nem a Eleven deve conseguir resolver.

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