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Mais de 2 milhões de jovens de baixa renda já usam o ID Jovem, documento que beneficia quem tem renda familiar de até dois salários mínimos

 (Ludvig Omholt/Getty Images)

(Ludvig Omholt/Getty Images)

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Da Redação

19 de julho de 2021, 19h26

Ir ao cinema ou andar de transporte público podem parecer tarefas comuns -- mas que representam um desafio e tanto para jovens de baixa renda. Com o objetivo de tornar o acesso a eventos culturais, esportivos e ao transporte público mais fácil e barato, o governo federal disponibiliza a Identidade Jovem (ou ID Jovem) à qual pessoas de 15 a 29 anos que têm renda familiar de até dois salários mínimos podem ter acesso. Hoje, 2,1 milhões de pessoas já têm o ID Jovem.

Para ter acesso a esse documento, é preciso, além de preencher o requisito de baixa renda, estar inscrito no Cadastro Único do Governo Federal. Para incluir ou atualizar esses dados, é possível procurar o Cras, Centros de Referência de Assistência Social, ou o setor responsável pelo CadÚnico de cada cidade.

Feito isso, é possível baixar o documento de forma totalmente digital. Uma forma de fazer isso é por meio do aplicativo ID Jovem 2.0, disponível para quem tem celular Android. Caso não tenha celular, é possível acessar o site do benfício para ter acesso à ID Jovem. Para ambos, o documento tem prazo de seis meses -- mas pode ser renovado pelo app de forma gratuita.

"O aplicativo se tornou um grande hub de informação. Sabemos que atualmente os jovens estão super conectados, mas essa conexão não necessariamente significa informação. Esse programa é muito importante para que os jovens, principalmente aqueles do CadÚnico, tenham acesso a esporte, cultura e lazer", diz Emily Coelho, titular da Secretaria Nacional de Juventude, que é vinculada ao Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos.

O acesso à ID Jovem está previsto no decreto 8.537, de 2015.