Buscas pelo jogo "Among Us" crescem 5.900% em dois meses

Dos 100 milhões de downloads mundiais do jogo de espionagem que vem explodindo na quarentena, 17 milhões foram feitos por brasileiros

Um jogo de espionagem relativamente antigo, de imagem chapada e cores desbotadas está batendo recordes impensáveis nos últimos meses, principalmente entre os brasileiros.

Somente em agosto e setembro, as buscas pelo game da vez, o "Among Us", explodiram 5.900% no Google. Os dados da consultoria Decode também revelam que dos cerca 100 milhões de downloads mundiais do jogo, quase 20%, pouco mais de 17 milhões, foram feitos por brasileiros.

Na narrativa do game, até 10 pessoas se reúnem dentro de uma nave para realizar manutenções, mas 3 delas são impostoras. A missão dos impostores é sabotar a manutenção da nave e matar os outros participantes. Ao se depararem com as mortes, os jogadores precisam discutir sobre quem é o impostor e fazer uma votação de emergência no chat do jogo. As partidas são encerradas quando o grupo descobre os impostores ou quando os impostores eliminam todos os outros jogadores.

O estrondoso sucesso do jogo da desenvolvedora independente InnerSloth é totalmente repentino, um daqueles fenômenos da pandemia que ninguém é capaz de explicar. No início de setembro, por exemplo, "Among Us" ocupava a 12ª posição dos jogos mais baixados na App Store Brasil. Em apenas 10 dias, o jogo subiu 11 posições e conquistou o 1º lugar de games mais baixados. Na Play Store, "Among Us" ocupa a 2ª posição no ranking, sendo que atualmente tem 1,2 milhões de usuários ativos, alta de 1.363 em relação a agosto. 

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Lives de influenciadores e personalidades jogando "Among Us" estão viralizando tanto quanto o jogo. A do Youtuber Felipe Neto teve 5,9 milhões de visualizações, a do jogador de futebol Neymar, 5,9 milhões. No TikTok, são mais de 27 milhões de visualizações com a hashtag #amongusbr. Para Lucas Fontelles, Head de Consumer Insights da Decode, o sucesso de Among Us mostra como os jogos se impuseram no debate público. “Há anos a indústria de games gera mais receita do que Hollywood e, comparativamente, ocupava um espaço muito menor na mídia e nas redes. Hoje já não é o jogo que se torna popular porque o influenciador fala dele, ao contrário, Felipe Neto e Neymar jogam porque o jogo se popularizou”.

Entre os jogadores, 76% tem até 18 anos, 13% tem entre 19 e 24 anos e 9% tem de 25 a 34 anos. No YouTube, existem 5.934 vídeos sobre o jogo apenas no Brasil, publicados entre janeiro e outubro deste ano.

 (decode/Divulgação)

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