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Redatora
Publicado em 6 de janeiro de 2026 às 11h41.
Sentar com a postura perfeita, usar palavras rebuscadas e repetir jargões como “alavancar sinergias” talvez pareça profissional. Mas, na prática, isso pode estar sufocando sua autenticidade — e, pior, prejudicando sua performance. A rigidez no ambiente de trabalho cria barreiras para conexões reais, inibe a criatividade e reduz a produtividade.
Mas afinal, o que realmente faz alguém performar bem em um time?
Não é a formalidade ou o “teatro corporativo”, mas sim a capacidade de se comunicar com clareza, criar laços de confiança e trabalhar com autenticidade. As informações foram retiradas de Inc.
O estudo do psicólogo Daniel M. Oppenheimer, mostra uma verdade contraintuitiva de que quanto mais complexa é a linguagem usada, menor é a percepção de inteligência por parte de quem escuta. Em outras palavras, quanto mais “corporativês”, menos credibilidade.
Isso acontece porque o uso excessivo de termos técnicos ou frases feitas, no fundo, é uma tentativa de se proteger, de parecer competente, alinhado e respeitável. Mas o efeito é oposto: a comunicação fica menos clara, menos humana, e as relações de trabalho ficam mais frias e distantes.
Segundo dados da Gallup, os profissionais que têm um melhor amigo no trabalho são mais engajados, inovadores e eficientes. Isso não significa que você precisa ser extrovertido ou super sociável, mas sim que a qualidade das suas conexões no ambiente de trabalho impacta diretamente nos seus resultados.
Liderar bem, executar com excelência e gerar impacto em equipe não é só uma questão de processo. É também — e talvez principalmente — uma questão de relacionamento humano. E é impossível se conectar de verdade se você não permite que os outros vejam quem você realmente é.
Usar terno e gravata, evitar opiniões polêmicas, manter o tom neutro e sempre parecer “controlado” são hábitos comuns em ambientes corporativos tradicionais. Mas esse padrão é uma forma de auto anulação. Ele cria uma distância entre quem você é e quem você finge ser no trabalho, e essa dissonância cobra um preço.
Profissionais que se sentem obrigados a mascarar sua personalidade tendem a se sentir menos engajados, menos criativos e mais esgotados. Isso afeta diretamente a performance.
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