As gerações antigas prezava por estabilidade, hoje é valorizado o aprendizado e a qualidade de vida (SIphotography /iStockphoto)
Estagiária
Publicado em 25 de março de 2026 às 15h45.
Assim como a sociedade muda e se adapta às novas tecnologias, a definição de carreira e estruturação profissional também mudou ao longo do tempo. O que as gerações antigas como baby boomers (nascidos de 1946-1964) aceitavam para manter a estabilidade salarial e emprego as gerações de Millennials (1981-1996) e a Geração Z (1997-2012) questionam e seguem um estilo de carreira não linear.
Segundo estudo da Universidade Federal de Santa Catarina, produzido pela psicóloga Suzana da Rosa Tolfo, desde o final do século XX as definições do que é construir uma carreira estão mudando. Isso reflete a transição do modelo de estabilidade, o que antes prezava o financeiro hoje é valorizado o aprendizado e a qualidade de vida.
Nesse contexto, diferentes modelos de carreira passaram a coexistir e refletir essas mudanças de valores e estruturas no mundo do trabalho. Do caminho linear e previsível à trajetória flexível e orientada por projetos, é possível identificar pelo menos três formatos principais que ajudam a compreender como os profissionais constroem hoje suas jornadas:
É marcada pela ascensão linear, hierarquias e a estabilidade financeira. Os profissionais que escolhem seguir essa trajetória, ficam muitos anos em uma empresa e vão conquistando promoções de cargos e aumento salarial com o decorrer do tempo.
Diante de tantas possibilidades de carreira, a pergunta é: como escolher o caminho certo para você? Acesse a masterclass gratuita do Na Prática, com Claudia ElisaCaracteriza o início dos anos 2000, com a globalização e a ascensão da tecnologia. Ela desconstrói a linearidade imposta anteriormente. As equipes se tornam mais horizontais, com o progresso medido a partir do acúmulo de experiências e não mais por títulos e cargos.
Esse modelo se confunde com a carreira moderna, pois também rompe padrões lineares, no entanto, sua diferença é que o profissional não está ligado a uma única organização. Esse modelo descreve uma lógica em que o profissional constrói sua trajetória a partir de projetos, redes e aprendizado contínuo, atravessando diferentes organizações ao longo do tempo. Um exemplo palpável deste modelo são PJs e Freelancers.
As transformações no mundo do trabalho mostram que não existe mais um único caminho para construir uma carreira. Seja em trajetórias mais estáveis ou em modelos flexíveis e orientados por projetos, o ponto em comum é a necessidade de assumir um papel mais ativo nas próprias escolhas profissionais.
Nesse cenário, desenvolver clareza sobre seus objetivos e entender como se posicionar deixa de ser opcional — e passa a ser um diferencial. Mais do que acompanhar mudanças, é preciso saber como navegar por elas com intenção, construindo uma trajetória que faça sentido para você.
A masterclass gratuita do Na Prática, conduzida por Claudia Elisa, parte justamente dessa realidade para discutir a carreira de forma estratégica. Ao longo do encontro, você vai entender como tomar decisões mais conscientes, se posicionar com mais clareza e construir um caminho profissional alinhado com seus interesses e com as demandas do mercado atual.