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LIVE: Saúde mais acessível por meio da tecnologia

Em debate, líderes de healthtechs discutem como a tecnologia tem papel importante para democratizar o acesso à saúde e ao bem-estar
Transformações trazidas pela pandemia vieram para ficar (Bloomberg/BSIP/Universal Images Group/Getty Images)
Transformações trazidas pela pandemia vieram para ficar (Bloomberg/BSIP/Universal Images Group/Getty Images)
Por BússolaPublicado em 12/05/2022 19:10 | Última atualização em 12/05/2022 16:42Tempo de Leitura: 5 min de leitura

Diante da maior crise sanitária do século, os sistemas público e privado tiveram que se adaptar para enfrentar os desafios inéditos trazidos pela covid-19, e a saúde ganhou uma centralidade ainda maior na vida de todos. Para superar as limitações impostas, a tecnologia virou uma aliada importante: a aceleração digital do setor, a ampliação da telemedicina, a oferta de serviços em domicílio, a customização da experiência e o uso de big data e inteligência artificial na análise de diagnósticos e ações preventivas, por exemplo, são algumas das transformações que vieram para ficar.

Parte de tanta inovação vem das healthtechs, que se multiplicaram e atraíram cada vez mais a atenção de consumidores e o interesse de investidores. As startups têm desenvolvido soluções para tornar os serviços de saúde mais ágeis, eficientes e principalmente acessíveis à população. Tudo a um clique no celular.

Todas essas questões foram debatidas na Live Bússola “Healthtechs: saúde mais acessível por meio da tecnologia” com a participação de Gustavo Mariozzi, COO da Beep Saúde, Mávio Bispo, CEO e cofundador da Viziomed, Michael Ruah, CEO e cofundador da SouSmile e Priscila Siqueira, Líder do Gympass BR. A mediação foi do jornalista Rafael Lisbôa, diretor da plataforma.

Gustavo Mariozzi destaca que a pandemia acelerou a adesão de tecnologias que antes não eram muito aceitas. Para a Beep, a tendência é aumentar cada vez mais os serviços oferecidos e as regiões de atendimento. “Queremos ser uma one-stop-shop de saúde nos próximos anos, com mais serviços agregados dentro de uma mesma plataforma para que as pessoas pensem em saúde e já lembrem da Beep. Pretendemos ser a startup que resolve todo os problemas de saúde de forma integral e em poucos cliques”, afirma.

Priscila Siqueira, líder do Gympass no Brasil, conta como a pandemia fez com que a startup mudasse o modelo de negócio da empresa. “Quando tivemos o lockdown, o Gympass não tinha nem produto para oferecer. O produto era ir à academia e aos estúdios. Criamos uma solução muito rápida para que houvesse uma digitalização das academias e dos personal trainers, com opções para que os clientes finais pudessem continuar se exercitando dentro de suas casas, ou seja, a pandemia também trouxe o híbrido para a área do bem-estar.”

A companhia expandiu sua atuação, com aplicativos e profissionais parceiros que olham para diferentes âmbitos: atividade física, saúde mental, nutricional e financeira. “Hoje as empresas podem oferecer um produto que, independentemente de onde estejam os colaboradores.”

Mávio Bispo, da Viziomed, destaca como a tecnologia a serviço da saúde pode ultrapassar barreiras. Segundo ele, o setor de saúde se digitalizou bastante, mas os exames de imagem ainda usam um processo muito analógico, com laudos que levam até 30 dias. Com isso, o impacto é enorme, diagnósticos se perdem e até mesmo os pacientes deixam de buscar os resultados.

“Estamos próximos das empresas que buscam olhar e cuidar da saúde de seus colaboradores. Assim, eles conseguem fazer um trabalho de acompanhar, de fato, a saúde dos funcionários e reduzir custos com assistência à saúde. O tratamento do câncer de pulmão, por exemplo, tem um custo muito menor quando feito no estágio inicial da doença. Quando isso passa para um estágio mais avançado, o custo pode ser até cem vezes maior”, diz.

O CEO e cofundador da SouSmile, Michael Ruah, explica como a startup tem buscado democratizar o acesso da população ao tratamento com aparelhos invisíveis. No Brasil, 45 milhões de pessoas têm problemas de má oclusão dos dentes, e apenas 2 milhões de casos para tratamento são iniciados por ano. Destes, só 4% são feitos com aparelho invisível, que tem, entre os benefícios,  ser mais previsível, discreto e higiênico.

“O preço era proibitivo para a maioria da população. Com a tecnologia, conseguimos deixar o valor 70% mais acessível em comparação com outros players do mercado. Além disso, conseguimos superar a barreira geográfica: estamos em mais de 50 cidades com o apoio dos dentistas parceiros.”

Para ele, a tecnologia tem um papel importante para garantir o encantamento dos clientes da SouSmile. Segundo Michael, as principais aplicações da tecnologia para essa classificação são: um aplicativo que auxilia a jornada do paciente; dentistas disponíveis para tirar dúvidas 24x7 e a produção dos próprios aparelhos com uso de, por exemplo, um braço robótico para cortar os alinhadores, o que permite a redução de custos e garantia de qualidade de excelência no produto.

Para o empreendedor, a maior mudança que a companhia teve com a chegada da pandemia foi o formato híbrido. “Em março de 2020 veio o lockdown, e as nossas lojas, que ficam a maioria dentro dos shoppings, ficaram fechadas. Como tínhamos milhares de pacientes que precisavam seguir com o tratamento, demos início a consultas virtuais e criamos no nosso site a avaliação pré-tratamento online. Isso virou parte do nosso modelo mais perene e a telemedicina, de uma forma geral, é algo que deve perpetuar mesmo com o fim da pandemia, trazendo um leque muito maior de possibilidades para os pacientes”, finaliza.

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