Em um mercado cada vez mais competitivo, negligenciar a saúde física e emocional das equipes significa perder talentos (Anchalee Phanmaha/Getty Images)
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Publicado em 19 de janeiro de 2026 às 13h00.
O bem-estar dos colaboradores deixou de ser um diferencial opcional e passou a ser um indicador estratégico para as empresas brasileiras em 2026. S
egundo o Panorama do Bem-estar Corporativo 2026, 85% dos profissionais afirmam que deixariam o emprego caso a empresa não priorize a qualidade de vida.
Em um mercado cada vez mais competitivo, negligenciar a saúde física e emocional das equipes significa perder talentos, reduzir o engajamento e comprometer a produtividade.
Mais do que oferecer academias ou benefícios pontuais, torna-se necessário integrar o bem-estar à estratégia corporativa, fazendo dele parte efetiva da cultura organizacional.
“As companhias que investem no chamado ‘salário emocional’ constroem ambientes mais produtivos, satisfatórios e propícios ao crescimento profissional. Funcionários que se sentem reconhecidos e apoiados são menos propensos a buscar novas oportunidades e tendem a se engajar mais no dia a dia”, diz Andre Purri, CEO da Alymente.
Para eles, espaços voltados ao bem-estar e iniciativas que promovem equilíbrio emocional ajudam a reduzir a pressão cotidiana, melhoram o foco e aumentam a satisfação no trabalho.
Para as empresas, investir nessa agenda significa transformar o cuidado com as pessoas em vantagem competitiva, reduzindo o absenteísmo e fortalecendo a marca empregadora.
O futuro do trabalho não será definido apenas por salários ou bônus, mas pela experiência oferecida e pela qualidade de vida proporcionada.
Organizações que compreendem essa equação tendem não apenas a reter talentos, mas também a elevar a performance de suas equipes, enquanto aquelas que ignoram o tema correm o risco de perder relevância em um mercado que valoriza saúde, equilíbrio e flexibilidade como prioridades estratégicas.