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Vítimas são homenageadas 1 mês após massacre no RJ

Cerca de 100 pessoas participaram de uma caminhada por ruas do bairro Realengo

Após 1 mês, vítimas recebem homenagem em Realengo, no RJ (Divulgação/Shana Reis/ Governo do Estado do Rio de Janeiro)
DR

Da Redação

Publicado em 8 de maio de 2011 às 08h38.

Trinta dias após o massacre na escola municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na zona oeste do Rio de Janeiro, cerca de 100 pessoas participaram de uma caminhada por ruas do bairro em homenagem às 12 crianças assassinadas pelo atirador Wellington Menezes de Oliveira. A mãe de Larissa, uma das vítimas, desmaiou ao final da passeata. A véspera do Dia das Mães foi de muita tristeza, choro e abraços em Realengo.

Vestindo camisetas com fotos das 12 crianças, os manifestantes seguravam cartazes e balões de gás brancos. Em frente à escola, eles cantaram o Hino Nacional, distribuíram rosas e soltaram pombas brancas, levadas em uma gaiola. Um carro de som tocava músicas evangélicas e do cantor Roberto Carlos.

"A dor e saudade pesam cada vez mais. O sentimento é de falta de expectativa. Muitos sonhos foram embora", disse Kátia, mãe de Rafael, morto na tragédia. A tia de Luiza, também assassinada, Cristina Machado, cobrou mais segurança nas escolas. "Tá na hora de mudar. Que as mortes não sejam em vão."

Outro manifestante segurava um cartaz pedindo psicólogos e assistentes sociais nas escolas. A prefeitura foi representada no ato pela subsecretária de Educação, Helena Bomeny. Estava prevista para fim desta tarde uma missa celebrada pelo arcebispo da cidade, d. Orani Tempesta.

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Vestindo camisetas com fotos das 12 crianças, os manifestantes seguravam cartazes e balões de gás brancos. Em frente à escola, eles cantaram o Hino Nacional, distribuíram rosas e soltaram pombas brancas, levadas em uma gaiola. Um carro de som tocava músicas evangélicas e do cantor Roberto Carlos.

"A dor e saudade pesam cada vez mais. O sentimento é de falta de expectativa. Muitos sonhos foram embora", disse Kátia, mãe de Rafael, morto na tragédia. A tia de Luiza, também assassinada, Cristina Machado, cobrou mais segurança nas escolas. "Tá na hora de mudar. Que as mortes não sejam em vão."

Outro manifestante segurava um cartaz pedindo psicólogos e assistentes sociais nas escolas. A prefeitura foi representada no ato pela subsecretária de Educação, Helena Bomeny. Estava prevista para fim desta tarde uma missa celebrada pelo arcebispo da cidade, d. Orani Tempesta.

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