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Senado convida ministros para esclarecer prioridades

A expectativa é que durante as audiências públicas os ministros possam esclarecer algumas polêmicas criadas ao longo da semana passada

Governo Temer: declarações sobre o SUS, a Lava Jato e futuro procurador-geral foram alvo de muitas críticas (Valter Campanato/ Agência Brasil)
DR

Da Redação

Publicado em 18 de maio de 2016 às 15h19.

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado aprovou hoje (18) convites para que os novos ministros Alexandre de Moraes (Justiça) e Fabiano Silveira (Fiscalização e Transparência) falem sobre prioridades para as pastas no governo interino do peemedebista Michel Temer .

Mais cedo, a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) havia aprovado convite para também ouvir o ministro Ricardo Barros (Saúde).

A expectativa é que durante as audiências públicas, ainda sem datas definidas, os ministros possam esclarecer algumas polêmicas criadas ao longo da semana passada.

Na última segunda-feira (16), Moraes sinalizou que um futuro procurador-geral da República poderia ser escolhido fora da tradicional lista tríplice montada pela Associação Nacional de procuradores.

Fabiano Silveira afirmou que acordos de leniência com empreiteiras envolvidas na Operação Lava Jato serão suspensos até que uma nova legislação sobre o tema seja aprovada.

Já Ricardo Barros informou que o tamanho do Sistema Único de Saúde (SUS) poderia ser revisto. As três declarações foram alvo de muitas críticas.

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Mais cedo, a Comissão de Assuntos Sociais (CAS) havia aprovado convite para também ouvir o ministro Ricardo Barros (Saúde).

A expectativa é que durante as audiências públicas, ainda sem datas definidas, os ministros possam esclarecer algumas polêmicas criadas ao longo da semana passada.

Na última segunda-feira (16), Moraes sinalizou que um futuro procurador-geral da República poderia ser escolhido fora da tradicional lista tríplice montada pela Associação Nacional de procuradores.

Fabiano Silveira afirmou que acordos de leniência com empreiteiras envolvidas na Operação Lava Jato serão suspensos até que uma nova legislação sobre o tema seja aprovada.

Já Ricardo Barros informou que o tamanho do Sistema Único de Saúde (SUS) poderia ser revisto. As três declarações foram alvo de muitas críticas.

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