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Secovi-SP: 31 mil imóveis foram vendidos em 11 meses

Desempenho está bem próximo do atingido no ano de 2009, quando foram comercializados 30 mil imóveis

Houve redução no número de lançamentos em 2010, segundo o Secovi-SP (Claudio Rossi/VOCÊ S/A)

Houve redução no número de lançamentos em 2010, segundo o Secovi-SP (Claudio Rossi/VOCÊ S/A)

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Da Redação

Publicado em 12 de janeiro de 2011 às 10h28.

São Paulo - As vendas de imóveis novos na capital paulista atingiram 30,9 mil unidades entre janeiro e novembro de 2010, um desempenho bem próximo do atingido no ano de 2009, quando foram comercializados 30 mil imóveis. As informações do acumulado dos 11 primeiros meses de 2010 são da Pesquisa do Mercado Imobiliário, divulgada hoje pelo Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Comerciais de São Paulo (Secovi-SP).

De acordo com a entidade, o volume de vendas só não foi maior porque os empreendimentos novos não surgiram no mesmo ritmo. "Assim mesmo, estima-se que o ano de 2010 atingirá o volume aproximado de 36 mil unidades comercializadas", informou o Secovi-SP, em comunicado.

Entre janeiro e novembro de 2010 foram lançadas 30 mil unidades, segundo dados da Embraesp. A performance representa avanço de 19% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando foram lançadas 25 mil unidades, mas ainda é inferior ao volume de comercialização registrado no ano. A dificuldade das empresas em lançar novos empreendimentos se deve principalmente à escassez de terrenos em condições favoráveis para incorporação.

No fim de novembro, o indicador de Vendas sobre Oferta (VSO) ficou em 22,7%, alcançando patamares inéditos, após ter fechado o ano anterior em 17,6%. O resultado, segundo a entidade, foi impulsionado pela comercialização de imóveis para a classe média que, em geral, possui um VSO maior que os outros segmentos.

Para a entidade, os principais fatos que marcaram 2010 foram o crescimento da participação da classe média na compra de imóveis a política de escoamento de estoque das empresas incorporadoras a valorização dos preços dos imóveis novos e usados e a falta de mão de obra qualificada.

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