Brasil

Rio quer distribuir 1,2 mi de ingressos para Olimpíada

Capital fluminense irá subsidiar 1,2 milhão de ingressos dos Jogos Olímpicos de 2016 para crianças da rede municipal de ensino, disse Eduardo Paes


	Rio: programa da prefeitura "Carioca Olímpico" pretende beneficiar 600 mil alunos
 (Oscar Cabral/Veja)

Rio: programa da prefeitura "Carioca Olímpico" pretende beneficiar 600 mil alunos (Oscar Cabral/Veja)

DR

Da Redação

Publicado em 4 de agosto de 2014 às 15h19.

Rio - O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, anunciou na tarde desta segunda-feira que a capital fluminense irá subsidiar 1,2 milhão de ingressos dos Jogos Olímpicos de 2016 para crianças da rede municipal de ensino.

O número representa 15% dos oito milhões de ingressos que serão disponibilizados para a Olimpíada.

Denominado "Carioca Olímpico", o programa da prefeitura pretende beneficiar 600 mil alunos.

"A ideia é que cada criança dessas escolas acompanhe pelo menos um evento", explicou Paes, que pretende lançar oficialmente o programa nos próximos dias.

"Nós trouxemos os Jogos Olímpicos para o Rio, para o Brasil, para a América do Sul, porque queríamos trazer um público diferente", afirmou o prefeito. "Nas escolas públicas estão as pessoas que, em geral, mais precisam do governo", destacou.

A forma como os ingressos serão adquiridos e distribuídos está sendo avaliada.

"Ainda não definimos os detalhes desse modelo, mas me parece que (a distribuição) vai permitir que os estádios representem mais o que é a população da cidade", avaliou Paes, numa crítica velada ao público da Copa do Mundo, considerado elitizado.

Acompanhe tudo sobre:PolíticosPolíticos brasileirosPolítica no BrasilMDB – Movimento Democrático BrasileiroOlimpíada 2016OlimpíadasEventosPrefeitosGovernoEduardo Paes

Mais de Brasil

Brasil garante acesso a mercado europeu com tarifa zero para 82% das exportações

Helicóptero cai em área de mata na Zona Oeste do Rio

Unesp encerra inscrições para vagas via Enem 2024 e 2025 na segunda-feira

Gilmar Mendes rejeita pedido de prisão domiciliar para Bolsonaro