• AALR3 R$ 20,20 -0.49
  • AAPL34 R$ 66,78 -0.79
  • ABCB4 R$ 16,69 -3.75
  • ABEV3 R$ 13,98 -1.13
  • AERI3 R$ 3,67 -0.81
  • AESB3 R$ 10,70 0.00
  • AGRO3 R$ 30,74 -0.32
  • ALPA4 R$ 20,46 -1.35
  • ALSO3 R$ 18,92 -0.94
  • ALUP11 R$ 26,83 0.86
  • AMAR3 R$ 2,41 -1.23
  • AMBP3 R$ 29,84 -2.29
  • AMER3 R$ 23,45 1.56
  • AMZO34 R$ 66,86 -0.09
  • ANIM3 R$ 5,36 -2.72
  • ARZZ3 R$ 81,01 -0.23
  • ASAI3 R$ 15,95 3.24
  • AZUL4 R$ 20,93 -1.46
  • B3SA3 R$ 12,13 2.71
  • BBAS3 R$ 37,15 4.06
  • AALR3 R$ 20,20 -0.49
  • AAPL34 R$ 66,78 -0.79
  • ABCB4 R$ 16,69 -3.75
  • ABEV3 R$ 13,98 -1.13
  • AERI3 R$ 3,67 -0.81
  • AESB3 R$ 10,70 0.00
  • AGRO3 R$ 30,74 -0.32
  • ALPA4 R$ 20,46 -1.35
  • ALSO3 R$ 18,92 -0.94
  • ALUP11 R$ 26,83 0.86
  • AMAR3 R$ 2,41 -1.23
  • AMBP3 R$ 29,84 -2.29
  • AMER3 R$ 23,45 1.56
  • AMZO34 R$ 66,86 -0.09
  • ANIM3 R$ 5,36 -2.72
  • ARZZ3 R$ 81,01 -0.23
  • ASAI3 R$ 15,95 3.24
  • AZUL4 R$ 20,93 -1.46
  • B3SA3 R$ 12,13 2.71
  • BBAS3 R$ 37,15 4.06
Abra sua conta no BTG

Em setembro, queimadas dobram no Cerrado e diminuem 19,6% na Amazônia

De 1.º a 30 de setembro, o bioma amazônico teve 19.925 focos, ante 24.803 em setembro de 2018
Amazônia: queimadas começaram a diminuir na Amazônia, em parte por causa das ações das Forças Armadas, após a decretação da Garantia da Lei e da Ordem (GLO), que começou a atuar em 24 de agosto (Reuters/Bruno Kelly)
Amazônia: queimadas começaram a diminuir na Amazônia, em parte por causa das ações das Forças Armadas, após a decretação da Garantia da Lei e da Ordem (GLO), que começou a atuar em 24 de agosto (Reuters/Bruno Kelly)
Por Estadão ConteúdoPublicado em 02/10/2019 08:47 | Última atualização em 02/10/2019 10:23Tempo de Leitura: 2 min de leitura

São Paulo — O número de focos de incêndio no Cerrado dobrou no último mês, na comparação com setembro do ano passado. De 1.º a 30 de setembro deste ano, foram 22.989 focos, ante 11.467 no mesmo período do ano passado, alta de 100,4%.

As queimadas seguiram uma tendência de alta que vinha desde agosto, quando o bioma sofreu com 12.906 focos de fogo, ante 7.992 em agosto de 2019 - aumento de 61,4%.

Parques importantes do bioma, como a Chapada dos Veadeiros e a Chapada dos Guimarães, tiveram queimadas intensas. A Área de Proteção Ambiental (APA) do Planalto Central, que atinge 65% da área do Distrito Federal, teve o dobro do número de focos de fogo em setembro, na comparação com o mesmo mês do ano passado.

"Há combinação de dois fatores: a estação seca e um aumento das queimadas pelas pessoas. Há um senso comum de que o fogo é natural do Cerrado, mas é natural quando tem chuva. Caem os raios e queimam a vegetação. Na seca não tem fogo natural, é alguém que bota. O ser humano mudou drasticamente o regime de fogo no Cerrado", diz Fernando Tatagiba, chefe da APA do Planalto Central.

A maior alta no Cerrado ocorre ao mesmo tempo que as queimadas começaram a diminuir na Amazônia, em parte por causa das ações das Forças Armadas, após a decretação da Garantia da Lei e da Ordem (GLO), que começou a atuar em 24 de agosto, mas também porque choveu acima da média em especial em Mato Grosso, Estado que liderava em incêndios.

De 1.º a 30 de setembro, o bioma amazônico teve 19.925 focos, ante 24.803 em setembro de 2018 - redução de 19,6%. Em agosto, haviam sido 30.901 focos, ante 10.421 - alta de 196%.

Causas

Técnicos do Ibama que atuam na região ponderam também que as queimadas muito acima da média histórica em agosto - que era de 25.853 - de certo modo diminuíram o material que poderia ser queimado em setembro.

Historicamente, os focos de incêndio na floresta costumam atingir pico em setembro, de modo que havia o temor de que a situação neste mês seria ainda pior. Mas uma combinação de fatores colaborou com a queda.