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14 brinquedos do Hopi Hari serão vistoriados

A atração La Tour Eiffel só deve voltar a funcionar quando o assento defeituoso esteja impossibilitado de ser usado

Durante as perícias, os operadores do parque terão de estar no local para esclarecer eventuais dúvidas sobre o funcionamento (Divulgação)

Durante as perícias, os operadores do parque terão de estar no local para esclarecer eventuais dúvidas sobre o funcionamento (Divulgação)

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Da Redação

Publicado em 5 de março de 2012 às 18h26.

São Paulo - O Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) assinado entre o parque de diversões Hopi Hari e o Ministério Público de São Paulo prevê foco na perícia de 14 brinquedos considerados mais arriscados. Além disso, o documento diz que a atração La Tour Eiffel só deve voltar a funcionar quando o assento defeituoso esteja impossibilitado de ser usado.

De acordo com o documento, a nova vistoria será feita na Montanha Russa, Vurang, Ekatomb, Vula Viking, Leva i Traz, Lokolore, Evolution, Rio Bravo, Crazy Wagon, West River, Trakitanas, as duas salad do Simulakron, Giranda di Musik e nas duas torres do Dispenkito.

Os manuais e dados oficiais dos brinquedos, autorização de funcionamento, dados sobre manutenções e checagens dos últimos seis meses, além do registro de acidentes e ocorrências com usuários ou operadores, deverão ser apresentados pela direção do parque dentro de sete dias.

Sobre o assento que Gabriela Nachimura usava quando ocorreu o acidente que a matou, a promotoria solicitou que ele deverá ter um aviso claro sobre a impossibilidade de uso, além de estar totalmente interditado.

Durante as perícias, os operadores do parque terão de estar no local para esclarecer eventuais dúvidas sobre o funcionamento. Agentes do MP, Instituto de Criminalística (IC), Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea), Corpo de Bombeiros e Delegacia Regional do Trabalho participarão dos trabalhos.

O TAC ainda reafirma o período de 10 dias de interdição do Hopi Hari, que poderá ser prorrogado. O Ministério Público ainda pede a indenização dos clientes que comprovarem ter comprado ingresso para o parque durante o período que estiver fechado. Caso alguma das cláusulas do acordo seja descumprida, o parque deverá pagar multa de R$ 95 mil por dia.

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