Brasil

PT vai processar delator da Lava Jato após o carnaval

O PT promete processar judicialmente Pedro Barusco, que acusa o partido de ter recebido propinas em contratos da Petrobras


	Rui Falcão, presidente do PT: partido teria recebido um total entre US$ 150 milhões e US$ 200 milhões
 (Ueslei Marcelino/Reuters)

Rui Falcão, presidente do PT: partido teria recebido um total entre US$ 150 milhões e US$ 200 milhões (Ueslei Marcelino/Reuters)

DR

Da Redação

Publicado em 11 de fevereiro de 2015 às 15h54.

Priorizar nos meus resultados Google

O PT promete processar judicialmente o ex-gerente da Petrobras, Pedro Barusco, que acusa o partido de ter recebido propinas em contratos da Petrobras, de 2003 a 2013, num total entre US$ 150 milhões e US$ 200 milhões.

A ação do partido - que ainda não está pronta - será protocolada após o período do carnaval, segundo o presidente do PT, Rui Falcão.

Barusco confirmou, em depoimento da Operação Lava Jato, que ele e Renato Duque - ex-diretor de Serviços da Petrobras entre 2003 e 2013 - recebiam propina para facilitar que empresas assinassem contratos de grande porte com a estatal, como os da Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, e do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj).

O PT também irá acionar ainda o comando da Polícia Federal (PF), o Ministério da Justiça e o Ministério Público Federal, pedindo que sindicâncias sejam feitas para apurar “vazamentos seletivos” de informações dos depoimentos da Operação Lava Jato, que implicam apenas o partido.

Acompanhe tudo sobre:EmpresasPT – Partido dos TrabalhadoresPolítica no BrasilPartidos políticosEmpresas abertasEmpresas brasileirasEstatais brasileirasEmpresas estataisPetrobrasCapitalização da PetrobrasPetróleoGás e combustíveisIndústria do petróleoPolíticaOperação Lava Jato

Mais de Brasil

Fachin assume a relatoria do processo sobre Moraes e determina envio dos casos Master e INSS ao STF

Fachin dá 24 horas para PF informar sobre dados extraídos do celular de Vorcaro

São Paulo tem setembro mais chuvoso dos últimos 30 anos, afirma prefeitura

Fachin fixa data para julgar casos de Moraes e Mendonça no STF; entenda