Brasil

PT decide suspender Delcídio por 60 dias

Integrantes da Executiva Nacional do PT se reuniram para discutir a situação de Delcídio e o pedido de impeachment da presidente Dilma


	Delcídio do Amaral: senador foi preso por decisão do STF por suspeita de tentar prejudicar o andamento da Lava Jato
 (Ueslei Marcelino/ Reuters)

Delcídio do Amaral: senador foi preso por decisão do STF por suspeita de tentar prejudicar o andamento da Lava Jato (Ueslei Marcelino/ Reuters)

DR

Da Redação

Publicado em 4 de dezembro de 2015 às 17h28.

São Paulo - O senador Delcídio Amaral (PT-MS), preso por decisão do Supremo Tribunal Federal por suspeita de tentar prejudicar o andamento da Operação Lava Jato, foi suspenso do partido por 60 dias, segundo o presidente nacional da sigla, Rui Falcão.

Em entrevista nesta sexta-feira, 4, o dirigente afirmou que as atitudes do parlamentar "são passíveis de expulsão", mas que essa medida só pode ser tomada pelo diretório nacional do PT.

Os integrantes da Executiva Nacional do PT se reuniram na tarde desta sexta, 4, para discutir a situação de Delcídio e o recém-aceito pedido de impeachment da presidente Dilma Rousseff.

A bancada do partido no Senado defendeu a suspensão cautelar do ex-líder do governo. Em nota, os senadores pedem que a Executiva represente, na Comissão de Ética do partido, pela abertura de processo disciplinar contra Delcídio, "com vista a que sejam apuradas as acusações que lhe são imputadas".

No mesmo texto, a bancada lembra ter se posicionado, na votação do Senado realizada na quarta-feira, 25, contra a prisão de Delcídio ao questionar os princípios da constitucionalidade e da separação e independência de Poderes.

Mas destaca que a tese foi vencida em votação pela maioria da Casa.

Acompanhe tudo sobre:PT – Partido dos TrabalhadoresPolítica no BrasilPartidos políticosSenadoOperação Lava JatoDelcídio do Amaral

Mais de Brasil

Parada LGBT+ de São Paulo reúne 36,8 mil pessoas, aponta levantamento

Parada LGBT+ de SP: veja a programação completa dos 14 trios da 30ª edição

Lula ou Flávio Bolsonaro: quem está na frente nas últimas pesquisas para presidente

Caiado e Zema só devem crescer após início da campanha, diz CEO do Ideia