Brasil

PSDB escala FHC para estrelar propaganda de TV

Além de Fernando Henrique Cardoso, deve aparecer também nos comerciais o governador Geraldo Alckmin. As inserções de 30 segundos serão exibidas cinco vezes ao dia

FHC defenderá uma bandeira da ética, fazendo um contraponto aos recentes escândalos de corrupção envolvendo o governo federal (Germano Lüders/EXAME)

FHC defenderá uma bandeira da ética, fazendo um contraponto aos recentes escândalos de corrupção envolvendo o governo federal (Germano Lüders/EXAME)

DR

Da Redação

Publicado em 4 de agosto de 2012 às 17h56.

São Paulo - Na tentativa de fazer um contraponto às movimentações políticas do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva em São Paulo, o PSDB paulista terá Fernando Henrique Cardoso como principal estrela das inserções estaduais do partido em setembro.

O ex-presidente aparecerá nos comerciais da legenda que irão ao ar durante quatro dias, na TV, a partir de 21 de setembro. As inserções de 30 segundos serão exibidas cinco vezes ao dia. Além de FHC, devem aparecer nos comerciais o governador Geraldo Alckmin e o presidente estadual do partido, Pedro Tobias.

Na semana que vem, o ex-presidente vai definir as linhas gerais do seu discurso nas inserções. A ideia é que defenda uma bandeira da ética, fazendo um contraponto aos recentes escândalos de corrupção envolvendo o governo federal. O convite para FHC aparecer nos programas faz parte de uma estratégia do partido de recuperação do legado do ex-presidente com o eleitor. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Acompanhe tudo sobre:PersonalidadesPolíticosPolíticos brasileirosPT – Partido dos TrabalhadoresPolítica no BrasilPartidos políticosPolíticaEleiçõesFernando Henrique CardosoOposição políticaPSDB

Mais de Brasil

Dados de segurados do INSS vazam após falha de segurança

STF valida lei que reduziu parque nacional no Pará para construção da Ferrogrão

Terremoto é registrado no litoral do Rio de Janeiro nesta quinta-feira

ANP confirma petróleo em sítio no Ceará; agricultor pode receber até 1% da produção