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Polícia já prendeu 86 suspeitos de ataques criminosos no Ceará

O governador do estado disse que as forças de segurança do Ceará estão em regime de prontidão para combater as ações criminosas

Prisões: "Várias ações foram evitadas com o trabalho de inteligência e antecipação da polícia" (Paulo Whitaker/Reuters)

Prisões: "Várias ações foram evitadas com o trabalho de inteligência e antecipação da polícia" (Paulo Whitaker/Reuters)

AB

Agência Brasil

Publicado em 5 de janeiro de 2019 às 17h59.

Última atualização em 8 de janeiro de 2019 às 16h52.

O governador do Ceará, Camilo Santana, disse hoje (5), em uma mensagem à população do estado, publicada em sua página no Facebook, que as forças de segurança do Ceará estão em regime de prontidão para combater as ações criminosas que atingem várias cidades cearenses há quatro dias.

Segundo o governador, até o momento, 86 suspeitos dos ataques, 36 somente na madrugada deste sábado, já foram presos. "Várias ações foram evitadas com o trabalho de inteligência e antecipação da polícia", disse.

Camilo Santana informou que, desde o início dos ataques criminosos, tem mantido contato direto com os ministros Sérgio Moro e Fernando Azevedo. "Desde as primeiras horas dos ataques, tenho conversado de forma permanente com o ministro da Justiça e Segurança, Sérgio Moro, que tem prestado um apoio muito importante neste momento, bem como com o ministro da Defesa, general Fernando Azevedo".

O governador disse ainda que sempre defendeu que o combate ao crime organizado no país deve ser feito de forma cooperada entre os estados e o governo federal com o objetivo prioritário de proteger a população. "É papel de todos proteger a população, deixando de lado vaidades e interesses pessoais ou partidários".

Camilo Santana destacou também a presença da Força Nacional de Segurança, que começou a chegar no Ceará na noite dessa sexta-feira (4). "Aproveito para dar as boas-vindas aos agentes da Força Nacional de Segurança e tropas federais que começaram a chegar ao Ceará ontem para contribuir com nossa polícia nesse enfrentamento".

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