Brasil

Pezão reagiu bem à 1ª sessão de quimioterapia

Luiz Fernando Pezão, governador do Rio de Janeiro, teve boa resposta à primeira sessão de tratamento contra um linfoma não-Hodgkin, segundo assessoria


	Luiz Fernando Pezão: governador do RJ teve boa resposta à primeira sessão de tratamento contra um linfoma não-Hodgkin
 (Tânia Rêgo/Agência Brasil)

Luiz Fernando Pezão: governador do RJ teve boa resposta à primeira sessão de tratamento contra um linfoma não-Hodgkin (Tânia Rêgo/Agência Brasil)

DR

Da Redação

Publicado em 25 de março de 2016 às 16h39.

Rio de Janeiro - O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezão, reagiu bem à primeira sessão de quimioterapia de seu tratamento contra um linfoma não-Hodgkin em duas vértebras da coluna. A informação foi divulgada hoje (25) pela assessoria de imprensa do governo do Rio. Os medicamentos foram injetados por meio de um cateter, implantado ontem na altura da clavícula de Pezão.

Mais duas sessões estão previstas para amanhã (26) e domingo (27), e o governador deve ter alta na próxima terça-feira (29), para se recuperar da quimioterapia em casa. O tratamento terá entre seis e oito ciclos de 21 dias: três de quimioterapia e 18 de recuperação. Pezão vai se licenciar do cargo por 30 dias a partir de segunda-feira para dar continuidade ao tratamento. O vice-governador, Francisco Dornelles, assumirá o cargo.

De acordo com a nota do governo do Rio, Pezão está “bastante otimista e confiante”.

O diagnóstico de governador foi divulgado ontem (24), após 13 dias de investigação em que ficou internado no Hospital Pró-Cardíaco, na zona sul do Rio de Janeiro, onde permanece hospitalizado. O linfoma não-Hodgkin anaplásico de células T-Alk positivo é um tipo incomum de linfoma, e sua manifestação no tecido ósseo é ainda mais rara.

O médico oncologista Daniel Tabak, responsável pelo tratamento, disse que o câncer de Pezão é incomum, agressivo e potencialmente curável, e que o governador encontra-se em bom estado clínico, sem que a enfermidade tenha afetado gânglios, pulmão, rins ou fígado.

Segundo Tabak, 70% dos pacientes com o mesmo tipo de câncer que o governador são curados quando submetidos ao mesmo tipo de tratamento. Tabak destacou que a expectativa do tratamento é favorável.

Acompanhe tudo sobre:Política no BrasilRio de Janeirocidades-brasileirasMetrópoles globaisCâncerDoençasGoverno

Mais de Brasil

Tarcísio de Freitas anuncia que será candidato à reeleição em São Paulo

Lula conversa com premiê da Índia sobre reforma do Conselho de Segurança da ONU

Fies 2026: MEC divulga calendário para inscrições do 1º semestre

Eleições 2026: quem são os possíveis candidatos a governador de Minas Gerais