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Os capítulos da escalada de violência nas prisões do Brasil

Os confrontos dentro dos presídios brasileiros já figuram a segunda maior matança em cadeias do país desde o massacre do Carandiru, em 1992

 (Josemar Gonçalves/Reuters)

(Josemar Gonçalves/Reuters)

Valéria Bretas

Valéria Bretas

Publicado em 22 de janeiro de 2017 às 06h00.

Última atualização em 22 de janeiro de 2017 às 06h00.

São Paulo - Desde o primeiro dia de 2017, o Brasil enfrenta uma crise nas penitenciárias. Com mais de 130 mortos, os confrontos dentro dos presídios brasileiros já superam até o massacre do Carandiru, em 1992, quando uma intervenção da Polícia Militar de São Paulo deixou 111 presos mortos.

Essa crise eclodiu agora, contudo, a situação é crítica há anos. Os estados dessas regiões estão entre os que possuem as maiores taxas de superlotação em presídios do país.

Para conter as rebeliões, o ministro Raul Jungmann (Defesa) afirmou que o governo federal vai disponibilizar, em um primeiro momento, mil homens das Forças Armadas para atuar em presídios estaduais em resposta à demanda dos estados. O orçamento inicial para a operação é de 10 milhões de reais.

Veja um resumo dos capítulos da escalada da violência nos presídios do Brasil.

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