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Ministério da Saúde destina verba para 18 novas UPAs

As unidades de Pronto-Atendimento (UPAs) ficam abertas 24 horas e servem como um intermediário entre as unidades básicas de saúde e os hospitais


	Pronto Socorro, a UTI Neonatal e a UTI Adulto do Hospital Geral de Carapicuiba
 (Cris Castello Branco/Governo do Estado de SP)

Pronto Socorro, a UTI Neonatal e a UTI Adulto do Hospital Geral de Carapicuiba (Cris Castello Branco/Governo do Estado de SP)

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Da Redação

Publicado em 1 de junho de 2015 às 17h58.

Brasília - O Ministério da Saúde passou a custear 18 unidades de Pronto-Atendimento (UPA) novas e aumentou os repasses para 13. Os recursos somam R$ 56,5 milhões anuais, que serão repassados em parcelas mensais.

Os municípios de Manaus, Salvador, Feira de Santana (Bahia), Corumbá e Dourados (Mato Grosso do Sul) e Itapipoca (Ceará) estão entre as cidades com novas UPAs que receberão verba de custeio do Ministério da Saúde.

Ao todo, com a Portaria 617, publicada no Diário Oficial da União na semana passada, o Ministério da Saúde repassou R$ 56,5 milhões para custear 31 UPAs, localizadas em 30 municípios de 12 estados brasileiros (Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo).

Das unidades beneficiadas, 18 são novas, 13 são qualificadas e uma é ampliada e qualificada.

As UPAs são habilitadas pelo Ministério da Saúde após entrarem em funcionamento. As unidades são consideradas qualificadas quando conseguem cumprir uma série de critérios para garantir maior qualidade dos serviços prestados, como o desenvolvimento de atividades de educação permanente para os profissionais e implantação de protocolos de atendimento clínico e classificação de risco.

As unidades de Pronto-Atendimento ficam abertas 24 horas e servem como um intermediário entre as unidades básicas de saúde e os hospitais.

Estão equipadas para socorrer pessoas com problemas de pressão, febre alta, fraturas, cortes, infartos e outras ocorrências de média complexidade, evitando que esses pacientes sejam encaminhados aos prontos-socorros dos hospitais.

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