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Insatisfeito, Rosso deve apoiar Maia para presidência da Câmara

Líder do PSD nega que posição do partido sobre eleição da Câmara possa determinar sua saída da legenda

Brasília - O presidente da comissão especial da Câmara que analisa o pedido de impeachment da presidente Dilma, Deputado Rogério Rosso, durante audiência pública para oitiva do  ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, e o professor de Direito Tributário da Universidade do Estado do Rio de Janeiro Ricardo Lodi (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Brasília - O presidente da comissão especial da Câmara que analisa o pedido de impeachment da presidente Dilma, Deputado Rogério Rosso, durante audiência pública para oitiva do ministro da Fazenda, Nelson Barbosa, e o professor de Direito Tributário da Universidade do Estado do Rio de Janeiro Ricardo Lodi (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Marcelo Ribeiro

Marcelo Ribeiro

Publicado em 25 de janeiro de 2017 às 17h02.

Última atualização em 25 de janeiro de 2017 às 17h44.

Brasília - Ao anunciar a suspensão de sua campanha para presidir a Câmara dos Deputados, o deputado Rogério Rosso (PSD-DF) afirmou que conversará com a bancada do PSD para definir como se posicionará sobre a eleição caso o Supremo Tribunal Federal (STF) não barre a candidatura do atual presidente da Casa, Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Na terça-feira (24), a sigla oficializou o apoio ao candidato democrata. A interlocutores, Rosso teria afirmado que, se o Supremo não impedir a candidatura de Maia, acompanhará o posicionamento do partido. O que isso significa? Mesmo insatisfeito, Rosso poderia surpreender e apoiar Maia na próxima semana.

A EXAME.com, Rosso reforçou que não se sentiu abandonado pelo PSD e disse que não existe nenhuma chance de deixar o partido. “É o partido que eu ajudei a fundar. Zero chance de eu deixar o PSD. Meu orientador político é o ministro [Gilberto] Kassab”.

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