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Megausina para evitar o apagão

Estado abriga o complexo do rio Madeira, um dos projetos mais ambiciosos do país

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Da Redação

Publicado em 14 de outubro de 2010 às 13h29.

Em 2005, Rondônia estava na penúltima colocação entre os estados brasileiros por ordem de investimentos previstos em infra-estrutura. Neste ano -- apesar de persistirem graves carências em saneamento, energia e transporte --, o estado saltou para o terceiro lugar no ranking, atrás apenas do Rio de Janeiro e de São Paulo. Tudo por causa de um único e grandioso projeto no setor de energia, o complexo do rio Madeira. Orçadas em 17,6 bilhões de reais, as hidrelétricas Jirau e Santo Antônio, que formam o complexo, devem ampliar a capacidade do estado em 6 450 MW. O complexo do rio Madeira, no entanto, não é importante apenas para Rondônia. Juntamente com a usina de Belo Monte, no Pará, a obra é considerada essencial para o cumprimento do plano de expansão de energia elétrica do governo federal nos próximos dez anos. Os 6 450 MW do rio Madeira correspondem a quase dois anos da expansão prevista para o país inteiro, já que a meta é ampliar a capacidade de geração em pelo menos 3 500 MW por ano. Recentemente, o projeto obteve licença prévia e deve ir a leilão em 2007.

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