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MEC nega relação entre Operação Esculápio e Revalida

Ministério da Educação (MEC) esclareceu que Operação Esculápio, deflagrada pela PF, não tem relação com exame de revalidação de diplomas de médicos estrangeiros


	Prédio da Polícia Federal: operação apura um esquema de fraude na emissão de diplomas de medicina
 (Wikimedia Commons)

Prédio da Polícia Federal: operação apura um esquema de fraude na emissão de diplomas de medicina (Wikimedia Commons)

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Da Redação

Publicado em 18 de outubro de 2013 às 14h02.

Brasília – O Ministério da Educação (MEC) divulgou hoje (18) nota esclarecendo que a Operação Esculápio, deflagrada nesta manhã pela Polícia Federal, não tem relação com o Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituições de Educação Superior Estrangeiras, o Revalida, que é aplicado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep).

A operação apura um esquema de fraude na emissão de diplomas de medicina para o exercício ilegal da profissão no Brasil. Segundo a Polícia Federal, as investigações tiveram início após a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) entrar em contato com universidades bolivianas, que confirmaram que, entre os inscritos no programa de revalidação, 41 nunca foram alunos ou não concluíram a graduação nessas instituições.

De acordo com o Ministério da Educação, a UFMT não faz parte das instituições federais que adotam o Revalida e tem um processo próprio de revalidação de diplomas. Conforme previsto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação, as universidades federais têm autonomia para revalidar diplomas.

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