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Lei obriga Sorocaba a fornecer repelentes a gestantes

Uma lei aprovada pela Câmara, e que havia sido vetada pelo prefeito Antonio Carlos Pannunzio (PSDB), teve o veto derrubado pelos vereadores


	Gestante: também devem receber repelente idosos, pessoas com deficiência e moradores de baixa renda de região com alta incidência do mosquito
 (Thinkstock)

Gestante: também devem receber repelente idosos, pessoas com deficiência e moradores de baixa renda de região com alta incidência do mosquito (Thinkstock)

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Da Redação

Publicado em 13 de abril de 2016 às 17h47.

Sorocaba - A prefeitura será obrigada a distribuir gratuitamente repelentes contra o mosquito Aedes aegypti às gestantes de Sorocaba, interior de São Paulo.

Uma lei aprovada pela Câmara, e que havia sido vetada pelo prefeito Antonio Carlos Pannunzio (PSDB), teve o veto derrubado pelos vereadores e foi promulgada pelo Legislativo.

Além das grávidas, devem receber o repelente idosos, pessoas com deficiência e moradores de região com alta incidência do mosquito que possuam renda inferior a dois salários mínimos.

Apesar de ter entrado em vigor na última segunda-feira, 11, a norma não está sendo cumprida por falta do produto. As unidades de saúde que deveriam fazer a distribuição não receberam as quotas do repelente.

A prefeitura vai recorrer à Justiça contra a lei aprovada pela Câmara, pois implica em gastos não previstos no orçamento municipal.

De acordo com boletim divulgado nesta quarta-feira, 13, a cidade registrou este ano 251 casos de dengue, 15 de chikungunya e 7 casos de vírus zika.

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