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Inda prevê baixas na importação de aço plano

Em dezembro as importações feitas pela rede de distribuição somaram 82,7 mil toneladas, queda de 19,4% ante novembro

Siderúrgica: de acordo com dados do Inda, a China é ainda a grande origem do aço plano importado pelo Brasil, com uma fatia de 51,9% do total (Timothy Fadek/Bloomberg)
DR

Da Redação

Publicado em 21 de janeiro de 2014 às 12h16.

São Paulo - As importações de aços planos pelo Brasil devem permanecer em um patamar ainda baixo nos três primeiros meses de 2014, disse nesta terça-feira, 21, o presidente do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), Carlos Loureiro.

Em dezembro as importações feitas pela rede de distribuição somaram 82,7 mil toneladas, queda de 19,4% ante novembro.

De acordo com o executivo, os prêmios do aço nacional, diferença do preço do aço produzido no Brasil em relação ao importado, não justificam uma grande entrada do produto importado.

Loureiro citou, por exemplo, que grande parte do volume que entrou no País em dezembro ocorreu por causa de uma compra de chapas grossas feita pela Confab, que não possui similar nacional.

Outra parte, disse o presidente do Inda, foram importações feitas pela região Norte e Nordeste, onde os prêmios são mais elevados em relação ao restante do País, o que justifica a compra externa.

O executivo acredita que a penetração do aço importado em relação ao consumo aparente deverá permanecer em um dígito nos próximos meses. Em dezembro esse porcentual foi de 8,8%. A participação dos associados do Inda no consumo aparente é de 36%. De acordo com dados do Inda, a China é ainda a grande origem do aço plano importado pelo Brasil, com uma fatia de 51,9% do total.

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Em dezembro as importações feitas pela rede de distribuição somaram 82,7 mil toneladas, queda de 19,4% ante novembro.

De acordo com o executivo, os prêmios do aço nacional, diferença do preço do aço produzido no Brasil em relação ao importado, não justificam uma grande entrada do produto importado.

Loureiro citou, por exemplo, que grande parte do volume que entrou no País em dezembro ocorreu por causa de uma compra de chapas grossas feita pela Confab, que não possui similar nacional.

Outra parte, disse o presidente do Inda, foram importações feitas pela região Norte e Nordeste, onde os prêmios são mais elevados em relação ao restante do País, o que justifica a compra externa.

O executivo acredita que a penetração do aço importado em relação ao consumo aparente deverá permanecer em um dígito nos próximos meses. Em dezembro esse porcentual foi de 8,8%. A participação dos associados do Inda no consumo aparente é de 36%. De acordo com dados do Inda, a China é ainda a grande origem do aço plano importado pelo Brasil, com uma fatia de 51,9% do total.

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