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Imóveis usados podem ser financiados em até 100%

Essa linha de crédito é voltada para a população com renda familiar mensal mínima de R$ 465 reais e máxima de R$ 4.900

Os juros podem ir de 4,5% a 8,16% ao ano de acordo com o valor do financiamento (Divulgação)

Os juros podem ir de 4,5% a 8,16% ao ano de acordo com o valor do financiamento (Divulgação)

DR

Da Redação

Publicado em 1 de setembro de 2011 às 13h26.

São Paulo – A compra financiada de imóvel usado não tem os subsídios previstos pelo Minha Casa, Minha Vida, no entanto, a partir de critérios seletivos semelhantes aos do programa habitacional, é possível financiar a compra em até 100% do valor de avaliação, com juros diferenciados, situados entre 4,5% a 8,16% ao ano.

Para candidatar-se, é necessário que a renda familiar mensal mínima seja de R$ 465 reais, e a máxima não ultrapasse a R$ 4.900, quando se trata de moradores nas Regiões Metropolitanas de São Paulo, Rio de Janeiro e no Distrito Federal.

“Vale lembrar que no estado de São Paulo há três Regiões Metropolitanas, sendo uma a RM da capital, a outra de Campinas e, finalmente, a RM da Baixada Santista”, comenta o diretor financeiro do Conselho Regional de Corretores de Imóveis no Estado de São Paulo (Crecisp), Gilberto Yogui.
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Esta linha de crédito para imóveis usados pode ser contratada também por pessoas que não moram em Regiões Metropolitanas, desde que a cidade tenha população igual ou superior a 250 mil habitantes.

"Nos dos casos, o valor de avaliação do imóvel pode chegar a R$ 500 mil. As condições de financiamento são as mesmas, sendo progressiva a tabela de juros. Para imóveis avaliados entre R$ 70 e R$ 80 mil, os juros são de 4,5% ao ano e, gradativamente, podem chegar, no máximo, aos 8,16%, dependendo do valor da avaliação da casa ou do apartamento pretendido”, explica Yogui.

O diretor do Crecisp comenta ainda que o escalonamento de juros representa a parte social do financiamento da casa própria. “Esta linha de financiamento é praticada pela Caixa Econômica Federal, com recursos originados no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), permitindo juros bem inferiores aos financiamentos com origem no Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE), que podem chegar, e até ultrapassar, 12% ao ano”, finaliza o diretor financeiro do Crecisp, Gilberto Yogui.

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