Brasil

Haddad promete fazer o que Dilma quiser no 2º turno

Questionado sobre o que faria nas próximas semanas para ajudar a candidata do PT, Haddad respondeu: "O que ela (Dilma Rousseff) quiser"


	Fernando Haddad: o prefeito tem estimulado auxiliares a participarem de atividades de campanha
 (Paulo Fridman/Bloomberg)

Fernando Haddad: o prefeito tem estimulado auxiliares a participarem de atividades de campanha (Paulo Fridman/Bloomberg)

DR

Da Redação

Publicado em 6 de outubro de 2014 às 14h22.

São Paulo - Um dia após o primeiro turno das eleições para presidente do Brasil, o prefeito Fernando Haddad (PT) afirmou que vai fazer o que a presidente Dilma Rousseff quiser para conseguir captar mais votos a seu favor no segundo turno em São Paulo.Questionado sobre o que faria nas próximas semanas para ajudar a candidata do PT, Haddad respondeu: "O que ela (Dilma Rousseff) quiser".

Ao seu estilo, longe dos holofotes, o prefeito de São Paulo já vinha participando efetivamente da campanha pela reeleição da presidente. Tido como peça fundamental na estratégia de tentar melhorar o desempenho de Dilma no maior colégio eleitoral do País, em setembro ele liberou o secretário municipal de Relações Institucionais, Paulo Frateschi, para se dedicar à campanha até o final da disputa.

Além disso, o prefeito tem estimulado auxiliares a participarem de atividades de campanha. Ainda no final de setembro, 150 funcionários de alto escalão da Prefeitura, entre eles a vice-prefeita Nádia Campeão e vários secretários, estiveram em plenária da candidatura de Dilma.

Servidores das Secretarias das Mulheres, do Trabalho e da Educação que apoiam a presidente fizeram reuniões de mobilização e funcionários aproveitam o horário de almoço para panfletar e fazer campanha pró-Dilma.

Com a iniciativa, Haddad pretende também melhorar a exposição de suas iniciativas na capital paulista e, com isso, tentar aprimorar sua avaliação entre o eleitorado paulistano.

Acompanhe tudo sobre:Políticos brasileirosPolítica no BrasilEleiçõesFernando HaddadPrefeitosEleições 2014

Mais de Brasil

Escala 6x1: Lula confirma reunião com Motta e critica transição gradual de redução de jornada

Definição da candidatura ao Senado deve sair até início de junho, diz Marina

Indefinição do PT atrapalha, diz Tabata sobre chapa da esquerda em SP

Ministro do Planejamento nega chance de reajuste no Bolsa Família