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Definição da candidatura ao Senado deve sair até início de junho, diz Marina

A ex-ministra do Meio Ambiente defendeu que a federação Rede/Psol tenha um lugar na chapa majoritária

Marina Silva: ex-ministro lidera, com Tebet, a corrida eleitoral ao Senado (Raimundo Pacco / COP30)

Marina Silva: ex-ministro lidera, com Tebet, a corrida eleitoral ao Senado (Raimundo Pacco / COP30)

André Martins
André Martins

Repórter de Brasil e Economia

Publicado em 22 de maio de 2026 às 19h51.

A ex-ministra do Meio Ambiente e pré-candidata ao Senado por São Paulo, Marina Silva (Rede), afirmou nesta sexta-feira, 22, que a definição da segunda candidatura da esquerda à Casa Alta no estado deve acontecer, no máximo, até o início de junho.

"Estamos em um processo de discussão e esperamos que, até o final desse mês, no máximo início de junho, a gente já tenha os encaminhamentos sobre a segunda vaga para o Senado", disse Marina em conversa com jornalistas no Fórum Esfera 2026, no Guarujá.

A chapa encabeçada pelo ex-ministro da Fazenda, Fernando Haddad, ainda não foi fechada. Hoje, Simone Tebet (PSB), Marina Silva (Rede) e Márcio França (PSB) são pré-candidatos ao Senado. Tebet e Marina lideram as pesquisas a menos de cinco meses para a eleição. Apenas dois nomes serão eleitos para a Casa Alta nesse ano. A vaga de vice segue indefinida.

Marina elogiou Haddad e Tebet, mas disse que a Federação Rede/Psol deseja ter uma vaga na chapa majoritária. França declarou nas últimas semanas que aceitaria ser suplente em uma das vagas, mas os partidos não chegaram a um acordo.

"De qualquer forma, a prioridade é reeleger o presidente Lula", disse a ex-ministra.

Mais cedo, no mesmo evento, Tabata Amaral (PSB) afirmou que a indefinição do PT em fechar os nomes que vão às urnas em outubro atrapalha o andamento da pré-campanha. 

Marina defende Teca na vice

Marina disse ainda que era uma das defensoras do nome da ex-presidente da Sociedade Rural Brasileira Teresa Vendramini, conhecida como Teca Vendramini, como vice de Haddad.

Teca era o nome dos sonhos do ex-ministro da Fazenda. Ela, porém, recusou o convite.

"Confesso que advoguei muito a Teresa para ser nossa vice. Ela fez a escolha de contribuir com o programa de governo, principalmente na área de agricultura, porque é uma mulher que tem uma visão moderna e comprometida com o setor", disse. 

Acompanhe tudo sobre:Marina SilvaEleições 2026

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