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Fux nega pedido de Robinho para impedir prisão imediata

O advogado José Eduardo Alckmin havia pedido para que Robinho só seja detido quando esgotarem os recursos contra a decisão que do STJ

Defesa do ex-jogador havia apresentado habeas corpus (Andressa Anholete/Getty Images)

Defesa do ex-jogador havia apresentado habeas corpus (Andressa Anholete/Getty Images)

Agência o Globo
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Publicado em 21 de março de 2024 às 19h25.

O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), negou um pedido da defesa do ex-jogador Robinho para impedir a decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) que determinou sua prisão imediata. Com isso, fica possibilitada a expedição de um mandado de prisão.

O advogado José Eduardo Alckmin havia pedido para que Robinho só seja detido quando esgotarem os recursos contra a decisão que do STJ, que determinou o cumprimento no Brasil da pena de nove anos de prisão a qual o ex-jogador foi condenado na Itália, por estupro.

Condenação

Na solicitação de habeas corpus, os advogados citaram o julgamento do STF que estabeleceu que a prisão só deve ocorrer quando não houve mais possibilidade de recurso.

A defesa ainda alegou que Robinho "aguardou em liberdade todo o processo de homologação e nunca representou um risco à aplicação da legislação pátria".

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