Brasil

Decano vê "afronta" no corte orçamentário da Justiça do Trabalho

Em vídeo, Celso de Mello questiona cortes no orçamento daquele ramo do Judiciário na Lei Orçamentária Anual

Celso de Mello: divergiu do relator e votou pela procedência da Ação Direta de Inconstitucionalidade 5468 (José Cruz/ABr/Agência Brasil)

Celso de Mello: divergiu do relator e votou pela procedência da Ação Direta de Inconstitucionalidade 5468 (José Cruz/ABr/Agência Brasil)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 31 de julho de 2017 às 14h34.

São Paulo - O Supremo Tribunal Federal (STF) divulgou nesta segunda-feira, 31, a íntegra do voto do ministro Celso de Mello no julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 5468, na qual a Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho (Anamatra) questionava cortes no orçamento daquele ramo do Judiciário na Lei Orçamentária Anual (Lei 13.255/2016).

Por maioria, prevaleceu o voto do relator da ação no Supremo, ministro Luiz Fux, no sentido de que não cabe ao Judiciário interferir na função do Poder Legislativo de debater e votar as leis orçamentárias. Celso de Mello, entretanto, divergiu do relator e votou pela procedência da ADI. O voto do decano fundamentou-se na "afronta à autonomia do Judiciário".

Acompanhe tudo sobre:LegislaçãoSupremo Tribunal Federal (STF)Orçamento federal

Mais de Brasil

Pré-candidato ao governo do Rio encontra vice de Trump para discutir avanço do crime organizado

Enem 2026: prazo para solicitar isenção da taxa de inscrição começa hoje

Por que Ramagem foi preso? Tudo o que se sabe sobre detenção pelo ICE

Paraná Pesquisas: ex-senador Alvaro Dias lidera a disputa ao Senado pelo PR