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CPMF é incerta e não será considerada para 2016, diz relator

Deputado afirmou que a previsão de receita com a contribuição não será considerada para a proposta do Orçamento de 2016


	Plenário da Câmara dos Deputados: CPMF é vista como vital pelo governo federal para equilibrar as contas no próximo ano
 (Wilson Dias/Agência Brasil)

Plenário da Câmara dos Deputados: CPMF é vista como vital pelo governo federal para equilibrar as contas no próximo ano (Wilson Dias/Agência Brasil)

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Da Redação

Publicado em 15 de outubro de 2015 às 20h49.

São Paulo - A previsão de receita com a CPMF, vista como vital pelo governo federal para equilibrar as contas no próximo ano, não será considerada para a proposta do Orçamento de 2016, afirmou nesta quinta-feira o deputado federal Ricardo Barros (PP-PR), relator-geral da peça orçamentária.

"É uma fonte incerta e vamos preferir não colocar e fazer um Orçamento mais enxuto", disse Barros.

O deputado completou, no entanto, que isso não significa que a medida não será votada. "A CPMF vai continuar tramitando, mas não vamos considerar uma fonte incerta", disse.

Segundo Barros, o senador Acir Gurgacz (PDT-RO), relator da receita da proposta Orçamentária para 2016, já informou o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, sobre a decisão.

No mês passado, o governo federal anunciou um pacote de medidas fiscais no valor de 64,9 bilhões de reais, sendo que a principal medida era a recriação da CPMF, com a expectativa de gerar receita de 32 bilhões de reais em 2016.

Texto atualizado às 20h49

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