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Correios chamará mais 3 mil concursados devido à greve

"A população precisa ser atendida. Estamos acelerando a contratação dos concursados", afirmou Wagner Pinheiro, presidente dos Correios

Esse contingente de aprovados, segundo Pinheiro, já realizou os testes físicos e assumirá suas funções o mais breve possível (Lia Lubambo/ Arquivo EXAME)

Esse contingente de aprovados, segundo Pinheiro, já realizou os testes físicos e assumirá suas funções o mais breve possível (Lia Lubambo/ Arquivo EXAME)

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Da Redação

Publicado em 21 de setembro de 2011 às 21h20.

Brasília - Os Correios convocaram mais três mil aprovados no concurso público realizado em maio para tentar minimizar os efeitos da greve dos trabalhadores da estatal que já dura uma semana. "A população precisa ser atendida. Estamos acelerando a contratação dos concursados", afirmou Wagner Pinheiro, presidente dos Correios.

Esse contingente de aprovados, segundo Pinheiro, já realizou os testes físicos e assumirá suas funções o mais breve possível. Vão se somar a outros 2,2 mil empossados recentemente, que assumiram funções administrativas na estatal. Funcionários com mais experiência, por sua vez, foram deslocados para a área operacional.

A estatal também quer autorização do Departamento de Coordenação e Governança das Empresas Estatais (DEST), do Ministério do Planejamento, para ampliar as 9.190 vagas autorizadas para o concurso realizado em maio. "Vamos consultar o limite que podemos ir além (disso)", afirmou Pinheiro.

Assim como no fim de semana anterior, haverá outro mutirão no próximo final de semana para fazer a triagem e entrega de cartas, que já equivalem a dois dias de acúmulo de correspondências. Já são seis dias úteis de paralisação. "Vamos ter mutirão de novo para fazer a triagem e entrega e cartas, tendo findada ou não a greve", disse o executivo.

"Queremos pedir a compreensão da população porque queremos minimizar os transtornos", ressaltou. A adesão à greve, segundo Pinheiro, manteve-se em 24% do total de trabalhadores e 40% dos carteiros. Os Correios aguardam uma contraproposta dos trabalhadores para que as negociações sejam retomadas.

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