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Concessionária de aeroporto Galeão decide devolver concessão

O aeroporto foi concedido para a iniciativa privada em 2013, com um lance de 19 bilhões de reais de um consórcio que incluiu a Odebrecht, hoje Novonor

Aeroporto do Galeão  (NurPhoto/Getty Images)

Aeroporto do Galeão (NurPhoto/Getty Images)

EC

Estadão Conteúdo

Publicado em 10 de fevereiro de 2022 às 20h45.

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A concessionária RIOGaleão anunciou nesta quinta-feira que apresentou ao governo pedido de devolução do aeroporto internacional Tom Jobim, citando impactos da crise da economia e da Covid-19 sobre o setor de aviação.

O Galeão foi concedido para a iniciativa privada em 2013, com um lance de 19 bilhões de reais de um consórcio que incluiu a Odebrecht, hoje Novonor. O valor foi quase quatro vezes maior que o definido no edital. O prazo do contrato iria até 2039.

Atualmente, a RIOgaleão é controlada pela Changi Airports, de Cingapura, que tem 51%, enquanto a Infraero tem 49% restantes. A concessionária afirmou que vai continuar operando o terminal até que um novo operador seja definido em leilão pelo governo federal.

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