• AALR3 R$ 20,20 -0.49
  • AAPL34 R$ 66,78 -0.79
  • ABCB4 R$ 16,69 -3.75
  • ABEV3 R$ 13,98 -1.13
  • AERI3 R$ 3,67 -0.81
  • AESB3 R$ 10,70 0.00
  • AGRO3 R$ 30,74 -0.32
  • ALPA4 R$ 20,46 -1.35
  • ALSO3 R$ 18,92 -0.94
  • ALUP11 R$ 26,83 0.86
  • AMAR3 R$ 2,41 -1.23
  • AMBP3 R$ 29,84 -2.29
  • AMER3 R$ 23,45 1.56
  • AMZO34 R$ 66,86 -0.09
  • ANIM3 R$ 5,36 -2.72
  • ARZZ3 R$ 81,01 -0.23
  • ASAI3 R$ 15,95 3.24
  • AZUL4 R$ 20,93 -1.46
  • B3SA3 R$ 12,13 2.71
  • BBAS3 R$ 37,15 4.06
  • AALR3 R$ 20,20 -0.49
  • AAPL34 R$ 66,78 -0.79
  • ABCB4 R$ 16,69 -3.75
  • ABEV3 R$ 13,98 -1.13
  • AERI3 R$ 3,67 -0.81
  • AESB3 R$ 10,70 0.00
  • AGRO3 R$ 30,74 -0.32
  • ALPA4 R$ 20,46 -1.35
  • ALSO3 R$ 18,92 -0.94
  • ALUP11 R$ 26,83 0.86
  • AMAR3 R$ 2,41 -1.23
  • AMBP3 R$ 29,84 -2.29
  • AMER3 R$ 23,45 1.56
  • AMZO34 R$ 66,86 -0.09
  • ANIM3 R$ 5,36 -2.72
  • ARZZ3 R$ 81,01 -0.23
  • ASAI3 R$ 15,95 3.24
  • AZUL4 R$ 20,93 -1.46
  • B3SA3 R$ 12,13 2.71
  • BBAS3 R$ 37,15 4.06
Abra sua conta no BTG

Com Carnaval incerto, prefeitura de SP aprova 440 blocos para 2022

A lista inclui desfiles de grande porte, realizados por blocos paulistanos como Acadêmicos do Baixo Augusta, Agrada Gregos, Minhoqueens e Tarado Ni Você
 (Reuters/REUTERS/Nacho Doce)
(Reuters/REUTERS/Nacho Doce)
Por Estadão ConteúdoPublicado em 29/11/2021 18:24 | Última atualização em 29/11/2021 19:03Tempo de Leitura: 5 min de leitura

A prefeitura de São Paulo divulgou os primeiros 440 blocos de rua que tiveram a inscrição aprovada para desfilar no Carnaval de 2022. A lista inclui desfiles de grande porte, realizados tanto por blocos paulistanos, como Acadêmicos do Baixo Augusta, Agrada Gregos, Minhoqueens e Tarado Ni Você, quanto liderados por agremiações de outros estados e artistas de repercussão nacional, como Anitta, Pabllo Vittar, Gloria Groove, Daniela Mercury, Alceu Valença, Elba Ramalho, Pocah, Monobloco e Galo da Madrugada, dentre outros.

O anúncio ocorre dias após pelo menos 70 prefeituras de São Paulo, como de São Luiz do Paraitinga e Ubatuba, divulgarem o cancelamento da edição do próximo ano. Novas discussões sobre a realização de eventos de grande porte (como o Réveillon) também têm ganhado espaço, especialmente pela escalada de casos de covid-19 em outros continentes e a descoberta de uma nova variante de preocupação. A realização do evento no ano que vem divide especialistas.

O carnaval de rua está em fase de organização e planejamento pela gestão Ricardo Nunes (MDB), que anunciou a patrocinadora oficial (uma subsidiária da Ambev) no início do mês e está com outros procedimentos em andamento relativos ao evento. A decisão final sobre a realização da festividade deverá ser anunciada até o fim de dezembro, com base em dados epidemiológicos, como cobertura vacinal e número de internados, segundo a prefeitura.

O número final de blocos paulistanos aprovados pode ser ainda maior, pois a gestão municipal não terminou a avaliação de todas as 867 inscrições. A lista dos 440 blocos inclui pelo menos um cortejo que não será mais realizado: o da cantora Preta Gil, que anunciou no domingo ter desistido de levar o Bloco da Preta às ruas em 2022. Além disso, como mostrou reportagem do Estadão, parte dos blocos se inscreveu com hesitação e decidirá se desfilará de fato apenas mais perto da data.

Segundo a prefeitura, de forma geral, os mesmos percursos programados para 2020 serão mantidos. Após falar em repetir o público da edição anterior, com 15 milhões de pessoas, a gestão Nunes agora já tem expectativa de 18 milhões de foliões durante a programação, concentrada majoritariamente em oito dias, 19 e 20 de fevereiro (pré-Carnaval), 26, 27, 28 de fevereiro e 1º de março (Carnaval) e 5 e 6 de março (pós-Carnaval).

Em paralelo, a Liga Independente das Escolas de Samba lançou um manifesto no sábado, 27, pela realização dos desfiles do sambódromo. Com ingressos à venda e a produção de carros e fantasias acelerada nos últimos meses, a entidade tem defendido que o evento seja mantido, mesmo que com adaptações. Também tem destacado que ocorre ao ar livre e com a plateia sentada. "Diga não ao negacionismo, à irresponsabilidade, ao elitismo e ao preconceito contra a cultura popular", diz a campanha.

Inscrições de desfiles caíram 9,68% no carnaval de rua de SP

Após crescimento ano a ano nas edições anteriores, as inscrições para o próximo Carnaval caíram 9,68%. Foram 867 solicitações de desfiles para 2022, ante as 960 de 2020.

O número de desfiles realizados em comparação aos inscritos costuma cair até o Carnaval, por motivos relacionados a patrocínio, organização e outros. Em 2020, por exemplo, o Estadão noticiou que mais de 30% do total desistiu até quatro dias antes do início da programação. Naquele ano, foram realizados 670 desfiles, de acordo com balanço municipal.

A desistência precisa ser notificada com antecedência. Em 2022, o prazo mínimo é de 30 dias e a punição para o descumprimento é a proibição de desfilar por dois anos seguidos. Outra regra é que a dispersão deverá ocorrer às 19 horas.

As inscrições também caíram no Rio, de 731 para 620, uma redução de 15,18%. Por lá, os números também costumam variar até a chegada do Carnaval. Do total em 2020, por exemplo, 441 foram autorizados a ocorrer.

Uma pesquisa do Observatório do Turismo da Prefeitura, feita em 2020, apontou que 73,6% dos foliões moram na cidade e que 50,4% vai a mais de um desfile. Entre os visitantes, 59,3% vivem na Grande São Paulo, 20,7% no interior paulista, 19,4% em outros estados e 0,6% fora do país.

Outro dado apontado no levantamento é que o público majoritariamente utiliza transporte coletivo para ir aos desfiles, principalmente ônibus ou trem (51,4%) e ônibus (31 6%). Durante a programação, são frequentes casos de estações e veículos com alta lotação.

Em coletiva realizada em outubro deste ano, a prefeitura destacou que 85% do público frequenta cerca de 10% dos blocos, de médio e grande porte. Os chamados megablocos geralmente são liderados por agremiações populares (como o Acadêmicos do Baixo Augusta, por exemplo) e artistas famosos, como a cantora Daniela Mercury e outros, e ficam concentrados em grandes vias, como a Rua da Consolação e o entorno do Parque do Ibirapuera, dentre outras.