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Candidata do PSOL faz campanha na favela da Rocinha

"Marina é uma expressão distorcida de uma vontade de mudança que existe no povo", afirmou Luciana Genro em entrevista


	Rocinha: candidata do Psol esteve no local na manhã de hoje
 (Marcelo Horn/ GERJ)

Rocinha: candidata do Psol esteve no local na manhã de hoje (Marcelo Horn/ GERJ)

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Luciana Nunes Leal

6 de setembro de 2014, 13h19

Rio - A candidata do PSOL à Presidência da República, Luciana Genro, fez campanha na favela da Rocinha, na zona sul do Rio, na manhã deste sábado, 6. Acompanhada dos deputados Chico Alencar, federal, e Marcelo Freixo, estadual, que tentam a reeleição, e do candidato do partido ao governo do Estado, Tarcísio Motta, ela percorreu a principal rua da comunidade.

Em entrevista, Luciana criticou a candidata do PSB a presidente, Marina Silva. "Marina é uma expressão distorcida de uma vontade de mudança que existe no povo. Ela aparenta ser a nova política, mas cede ao agronegócio, dizendo que nunca foi contra os transgênicos, cede aos usineiros, dizendo que vai aumentar a gasolina, cede aos banqueiros, dizendo que vai dar autonomia ao Banco Central, e cede aos setores mais reacionários dizendo que seu programa de defesa da comunidade LGBT foi jogado na lata do lixo. Ceder a pressões de grupos poderosos do ponto de vista econômico ou eleitoral é o retrato mais fiel da velha política", afirmou candidata do PSOL.