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Câmara de SP aprova aumento do IPTU de 2026, com limite máximo de 10%

Projeto de lei foi aprovado nesta terça-feira, por 30 votos favoráveis e 19 contrários; agora o texto será encaminhado para sanção do prefeito Ricardo Nunes

Mateus Omena
Mateus Omena

Repórter

Publicado em 29 de outubro de 2025 às 19h09.

Última atualização em 29 de outubro de 2025 às 19h17.

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A Câmara Municipal de São Paulo aprovou, em segunda votação, nesta quarta-feira, 29, o projeto de lei (PL) que altera a base de cálculo do IPTU para 2026. O resultado da votação foi de 30 votos a favor e 19 contra.

Agora, o PL 1130/2025 será encaminhado para sanção do prefeito Ricardo Nunes (MDB).

Durante a análise, foram feitas duas emendas ao texto original, que havia sido proposto pelo prefeito. Com as alterações, tanto imóveis residenciais quanto comerciais terão um limite máximo de aumento de 10% ao ano a partir de 2026. Atualmente, a legislação vigente estabelece um aumento máximo de 10% para residências e de 15% para estabelecimentos comerciais.

Outra emenda aprovada também ampliou a lista de áreas isentas de IPTU, incluindo as Zeis 3 e 5. No texto original, a isenção abarcava apenas as Zeis 1, 2 e 4. As Zeis (Zonas Especiais de Interesse Social) são regiões da cidade, predominantemente localizadas nas periferias. Com essa alteração, a quantidade de imóveis isentos de IPTU nessas áreas aumentará de 285 mil para 313 mil, de acordo com os cálculos da Prefeitura.

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