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Bolsa: semana de alta; Joesley fora…

Bolsa: semana de alta O Ibovespa subiu 1,36% nesta sexta-feira e chegou ao patamar de 64.000 pontos. Na semana, marcada por incertezas políticas e econômicas, a bolsa subiu 2,31%. Neste cenário, 12 das 58 ações do índice tiveram alta de mais de 5% na semana, enquanto apenas oito papéis recuaram. A visão de analistas é […]

JOESLEY BATISTA: o empresário, envolvido em escândalos, deixou o conselho de administração de sua holding / Daniela Toviansky

JOESLEY BATISTA: o empresário, envolvido em escândalos, deixou o conselho de administração de sua holding / Daniela Toviansky

DR

Da Redação

Publicado em 26 de maio de 2017 às 19h05.

Última atualização em 23 de junho de 2017 às 19h02.

Bolsa: semana de alta

O Ibovespa subiu 1,36% nesta sexta-feira e chegou ao patamar de 64.000 pontos. Na semana, marcada por incertezas políticas e econômicas, a bolsa subiu 2,31%. Neste cenário, 12 das 58 ações do índice tiveram alta de mais de 5% na semana, enquanto apenas oito papéis recuaram. A visão de analistas é que foi uma semana de recuperação após o pânico geral nos dias anteriores, com direito a circuit breaker. O pior desempenho ficou com a companhia de alimentos JBS, cujos papéis caíram 7% no pregão desta sexta-feira e 11,4% na semana. Na ponta positiva, as ações da concorrente BRF subiram 15% na semana.

Moody’s reavalia Brasil

A agência de classificação de risco Moody’s voltou a alterar a perspectiva do rating do Brasil de estável para negativa. A razão para a mudança foi o aumento da incerteza em relação à aprovação das reformas após a crise política deflagrada na semana passada, o que ameaçaria a recuperação econômica e a solidez da economia do Brasil no médio prazo. Em 15 de março, a agência havia alterado a nota de negativa para estável devido à melhora das condições macroeconômicas do país. A nota do Brasil permanece dois níveis abaixo do grau de investimento.

Petroleiros contra Parente

A Federação Nacional dos Petroleiros (FNP) protocolou nesta sexta-feira uma denúncia na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) contra o presidente da Petrobras, Pedro Parente, e o diretor financeiro e de relações com investidores da estatal, Ivan Monteiro. A entidade pede a inabilitação e a suspensão dos dois executivos e a cassação da função pública de Parente. Na denúncia, a FNP acusa os executivos de omitir fatos relativos à venda dos campos de Tartaruga Verde e Baúna à australiana Karoon. A negociação foi cancelada neste ano para se ajustar às exigências do Tribunal de Contas da União. A FNP alega que a Petrobras fechou um acordo para venda dos ativos a uma empresa que não tinha capital social suficiente para garantir a aquisição. A entidade sindical acusa a estatal de omitir a informação de que a Woodside, apresentada pela Karoon como sua sócia na negociação, nunca entrou no negócio.

Petro faz acordo com Carioca 

A diretoria da Petrobras aprovou assinatura de um acordo para retirar a Carioca Engenharia de sua lista de empresas impedidas de concorrer a obras ou contratos de serviços. A construtora já fechou acordo de leniência com o Ministério Público Federal no valor de 100 milhões de reais e, segundo a estatal, adotou “um conjunto de medidas com o objetivo de corrigir e sanear irregularidades praticadas por seus representantes”. Para voltar a participar de licitações da Petrobras, a construtora terá de manter um programa anticorrupção sujeito a “verificação contínua” por parte da estatal. A lista suja foi criada ao final de 2014 e hoje tem 22 empresas — incluindo a Carioca e as maiores empreiteiras do país envolvidas na Lava-Jato.

Superávit em abril

O setor público consolidado (governo central, estados, municípios e estatais, com exceção da Petrobras e da Eletrobras) apresentou superávit primário de 12,908 bilhões de reais em abril — foi o melhor resultado para o mês desde 2015. Em março, havia sido registrado déficit de 11,047 bilhões. O resultado de 12 meses até abril soma um déficit primário de 145,096 bilhões de reais.

Joesley fora

O empresário Joesley Batista deixou a presidência do conselho de administração da J&F, que controla o frigorífico. Mais informações em instantes.

 

 

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