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Avenidas começam a ser liberadas em São Paulo, diz CET

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) informou que a Avenida Professor Francisco Morato começou a ser liberada por volta das 16h30

Avenida Paulista: mais cedo, servidores do Judiciário bloquearam a via no sentido Consolação (Jurema Oliveira/Wikimedia Commons)
DR

Da Redação

Publicado em 21 de maio de 2014 às 17h18.

São Paulo - A Companhia de Engenharia de Tráfego ( CET ) informou que a Avenida Professor Francisco Morato começou a ser liberada por volta das 16h30.

Ônibus enfileirados interditavam a via nesta quarta-feira, 21, no segundo dia de greve dos motoristas e cobradores da capital paulista. Segundo a CET, a Avenida Rebouças, bloqueada desde cedo por ônibus enfileirados, também começou a ser liberada.

De acordo com a CET, estão liberadas a Avenida João Dias, junto ao Terminal João Dias, a Estrada M’Boi Mirim, próximo ao Terminal Jardim Ângela, e a Rua Butantã, em Pinheiros, na zona oeste.

A Avenida Paulista também está liberada em relação a manifestação. Mais cedo, servidores do Judiciário realizaram ato na Paulista e bloquearam a via no sentido Consolação.

De acordo com o Sintrajud, a categoria reivindica o direito à data-base, reposição de perdas salariais, defesa da carreira e melhoria das condições trabalho.

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São Paulo - A Companhia de Engenharia de Tráfego ( CET ) informou que a Avenida Professor Francisco Morato começou a ser liberada por volta das 16h30.

Ônibus enfileirados interditavam a via nesta quarta-feira, 21, no segundo dia de greve dos motoristas e cobradores da capital paulista. Segundo a CET, a Avenida Rebouças, bloqueada desde cedo por ônibus enfileirados, também começou a ser liberada.

De acordo com a CET, estão liberadas a Avenida João Dias, junto ao Terminal João Dias, a Estrada M’Boi Mirim, próximo ao Terminal Jardim Ângela, e a Rua Butantã, em Pinheiros, na zona oeste.

A Avenida Paulista também está liberada em relação a manifestação. Mais cedo, servidores do Judiciário realizaram ato na Paulista e bloquearam a via no sentido Consolação.

De acordo com o Sintrajud, a categoria reivindica o direito à data-base, reposição de perdas salariais, defesa da carreira e melhoria das condições trabalho.

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