Brasil

AtlasIntel: Ciro tem 45,8% e Elmano, 44,8%, no 1º turno no Ceará

Os dois principais nomes da corrida eleitoral do estado aparecem tecnicamente empatados

Mateus Omena
Mateus Omena

Repórter

Publicado em 15 de junho de 2026 às 18h16.

Última atualização em 15 de junho de 2026 às 18h18.

Tudo sobreEleições 2026
Saiba mais

A disputa pelo governo do Ceará em 2026 é marcada pelo embate direto entre Ciro Gomes (PSDB) e Elmano de Freitas (PT).

Segundo a pesquisa AtlasIntel, divulgada nesta segunda-feira, 15, Ciro tem 45,8% das intenções de voto, enquanto Elmano registra 44,8%. Os dois candidatos estão tecnicamente empatados pela margem de erro.

Em seguida, aparecem o senador Eduardo Girão (Novo), com 4,8% das intenções de voto, e o Delegado Huggo Leonardo (Missão), que registra 2,7%. Votos brancos ou nulos somam 0,4%, e 0,2% dos entrevistados da pesquisa responderam que não sabem em que votar.

Cenário de segundo turno

No cenário do 2º turno para as eleições no Ceará, a AtlasIntel mostra que Ciro Gomes mantém a vantagem, com 53,2% das intenções de votos, enquanto Elmano de Freitas tem 44,9%. Na pesquisa, votos brancos ou nulos registram 1,8% das intenções e 0,1% dos entrevistados responderam que não sabem em que votar.

Veja as intenções de voto em um eventual segundo turno:

  • Ciro Gomes (PSDB): 53,2%
  • Elmano de Freitas (PT): 44,9%
  • Voto em branco/nulo: 1,8%
  • Não sei: 0,1%

A Atlas/Intel ouviu 1.223 eleitores do Ceará entre os dias 9 e 14 de junho, através recrutamento digital aleatório. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos e o índice de confiabilidade é de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob os números CE-03465/2026 e BR-01326/2026.

Acompanhe tudo sobre:EleiçõesEleições 2026Ceará

Mais de Brasil

Flávio Bolsonaro anuncia plano de governo para mulheres com plataforma digital e IA própria

Nunes Marques defende ação antecipada das plataformas nas eleições de 2026

EUA queriam tarifa zero a setor automotivo e acesso a minerais críticos nas negociações com Brasil

Após críticas dos EUA, STF diz que decisões dos ministros não se submetem a 'pressão externa'